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O que seu gato pensa? Curiosidades que mostram comportamentos dos felinos

Tempo de Leitura: 4 minutos

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  • Veterinária cadastrada no GetNinjas listou curiosidades que desvendam alguns comportamentos dos felinos que nem sempre são compreendidos pelos tutores
  • Os gatos tem comportamentos repentinos, que mostram doença  ou estressado

De acordo com um estudo da Royal Canin, o número de gatos adotados em 2020 cresceu 30%, o que acabou sendo um reflexo do isolamento social causado pela pandemia. Apesar de estarem cada vez mais presente nos lares humanos, o comportamento dos felinos muitas vezes é um mistério para os tutores, incluindo os ‘gateiros de plantão’.

Se você já se perguntou o que os gatos pensam ou como compreendem os humanos, saiba que você não está sozinho. Por esse motivo, Letícia Stella, veterinária em São José dos Campos e cadastrada no GetNinjas, que elencou cinco dicas com informações bem úteis sobre como os gatos enxergam o mundo:

1 – O que (afinal) um gato pensa?
O comportamento dos bichanos ainda é algo muito discutido e sem uma resposta conclusiva. Além disso, segundo Letícia, as pessoas também cometem o erro de pensar que os gatos são animais antissociais e até mesmo “interesseiros” ao compará-los com cães. “É nítida a diferença de comportamento entre um cão e um gato, pois são espécies diferentes. Alguns estudiosos afirmam que os gatos nos veem como ‘gatos maiores’, pois seu comportamento com o ser humano é parecido com o feito com outros da sua espécie. Claro que o comportamento dos felinos pode sim variar de um para o outro, e cabe a nós nos atentarmos quando os pets mudam repentinamente a rotina, pois pode ser um sinal de que algo não vai bem.”, informa.

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2 – Atente-se às mudanças repentinas de comportamento
Segundo a veterinária, qualquer mudança repentina no comportamento dos gatos pode ser sinal de que o animal está doente ou estressado. Alguns comportamentos que podem demonstrar que a saúde dos bichanos está comprometida, são:

  • Parar de se alimentar ou diminuição do apetite;
  • Diminuir ou aumentar o consumo diário de água;
  • Não urinar ou defecar em quantidades e intervalos regulares;
  • Não brincar como de costume;
  • Mostrar indisposição;
  • Vocalizar (miar) de forma diferente da habitual,
  • Ter coceiras intensas;
  • Parar de pular ou subir em objetos como de rotina;
  • Lamber apenas um local do corpo com uma frequência maior.

Letícia ressalta que, qualquer alteração no comportamento, por mínima que seja, deve ser levada em consideração. Assim, o tutor deve prontamente levar o bichano ao médico veterinário para entender melhor essas mudanças.

3 – Comunicação entre os felinos e seus tutores
Os gatos utilizam da linguagem corporal para se comunicar com outros gatos e com seus tutores. É comum que os bichanos “ronronem” quando estão felizes e satisfeitos, porém, alguns estudos demonstram que o ronronar também pode estar associado à fome ou até mesmo à dor. “Ronronar nesse caso, seria para estimular o sistema defensivo. Dessa forma, deve-se observar quando o ronronar do gato se associa a algum comportamento que difere do normal. Além disso, os gatos têm como hábito se esfregarem em outros gatos ou em seu tutor, o que demonstra carinho e confiança. Outro exemplo de comunicação corporal envolve as orelhas. Quando estão abaixadas, demonstram medo, já quando estão erguidas e para trás, demonstram confiança e agressividade.”, informa a profissional.

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4 – Banho em gatinhos, pode ou não?
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é proibido dar banho em gatos, mas também não é preciso dá-los com frequência. Segundo a veterinária, os pelos dos bichanos produzem óleos naturais, que são essenciais para a saúde da pele e dos pelos. Quando os banhos são frequentes, a produção destes óleos fica prejudicada, portanto, cada animal deve ser avaliado de forma individual. Geralmente, uma boa escovação já é suficiente para manter os pelos saudáveis. Outra opção é o banho a seco, uma alternativa menos estressante para o animal﹒Caso opte pelo banho tradicional use produtos adequados, seque bem o pet e após o banho recompense-o para que ele não fique estressado e se afaste depois do banho”, complementa.

5 – Gato saudável, gato feliz!
A veterinária avisa que para manter seu bichano feliz e com uma vida confortável, além de muito amor e carinho, é preciso se atentar aos detalhes da comunicação do animal com o ambiente. “É importante enriquecer o ambiente com brinquedos, comedouro interativo, prateleiras e casinhas no alto. Além disso, uma alimentação de boa qualidade é fundamental para manter o pet sempre bem nutrido e saudável. Ainda falando em saúde, a castração ajuda a evitar vários problemas comportamentais e muitas doenças. É de extrema importância que seu gatinho esteja com as vacinas em dia e tenha sempre um acompanhamento com o médico veterinário de confiança para ter uma vida feliz, confortável e longeva. Por fim, a caixinha de areia deve estar sempre limpa e é recomendado que haja duas caixas para cada gato”, finaliza.


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