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Sem acordo, motoristas de ônibus decidem pela greve e deve paralisar a cidade

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  •  O SINDIMOTORISTAS anunciou a greve após uma Assembleia com trabalhadores
  •  Greve tem inicio à Zero Hora desta 3a.feira (14/06/2022)
  •  Empresas de ônibus devem colocar 80% da frota nas ruas – pede o TRT.

O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo – SINDIMOTORISTAS divulgou oficialmente, nesta 2ª feira (13/06/2022), que a categoria entra em greve, a partir da O hora (meia noite) desta 3a.feira (14/06/2022). Segundo o SINDIMOTORISTAS, mesmo após insistentes tentativas de negociação, os rumos da Campanha Salarial dos condutores de São Paulo acabaram no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), resultando na paralisação da categoria.

Com data-base em 1º de maio, as negociações salariais dos trabalhadores em transporte rodoviário de São Paulo iniciaram em meados de março. De lá pra cá foram diversas reuniões visando o convencimento do setor patronal em um reajuste salarial de 12,47%, referente ao índice do INPC/IBGE, entre outras reivindicações da categoria como 100% das horas extras, fim da hora de almoço não remunerada e PLR por exemplo, não tiveram avanços, sobretudo no reconhecimento da data-base.

“A princípio o setor patronal insistiu em oferecer apenas 10% de reajuste e ainda de modo parcelado. Agora, ofereceram os 12,47%, mas apenas a partir de outubro, o que é inadmissível”, declarou o presidente em exercício do sindicato, Valmir Santana da Paz (Sorriso).

Diante do impasse, foi decido que a categoria irá deflagrar a greve amanhã, dia 14. “Sem o merecido reconhecimento, motoristas, cobradores e profissionais da manutenção cruzarão os braços nesta terça”, completou.

O julgamento do dissídio da greve e econômico ficou agendado para acontecer na 4ª feira (15/06/2022), às 15 horas.

O TRT informa sobre a reunião

Após mediar negociações entre as empresas do transporte rodoviário urbano do município de São Paulo e os trabalhadores do setor, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região (TRT-2) agendou para a próxima 4ª (15/6) o julgamento do dissídio coletivo de greve da categoria.

O dissídio foi ajuizado por causa de previsão de paralisação, marcada para se iniciar à meia-noite desta  3ª feira (14/06/2022). Caso prossigam, os trabalhadores devem obedecer à liminar emitida pelo TRT determinando a garantia da circulação de 80% do efetivo durante horários de pico (6h às 9h e 16h às 19h) e de 60% nos demais períodos. Em caso de descumprimento, haverá multa diária de R$ 50 mil.

Até o final do dia, a categoria deve discutir e votar em assembleia a última proposta feita pelas empresas ao final da audiência: reajuste de 12,47% a ser pago em outubro e manutenção das cláusulas sociais previstas em convenção coletiva.

Os trabalhadores reivindicam aumento salarial baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) que é de 12,47% (retroativo a maio) e a aplicação do mesmo valor no vale-refeição e na participação nos lucros e resultados, entre outros pedidos.

As tratativas entre as partes foram feitas com intermediação do desembargador Davi Furtado Meirelles.


<<Com apoio de informações/fonte: Assessoria de Imprensa do SINDIMOTORISTAS e do Tribunal Regional do Trabalho-TRT>>

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