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segunda-feira, 15 agosto, 2022
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Prefeitura anuncia formação para famílias acolhedoras com crianças e adolescentes

famílias acolhedoras
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famílias acolhedoras

  • Objetivo do programa é oferecer acolhimento familiar provisório à criança ou ao adolescente afastado do convívio familiar por meio de medida protetiva

Terá início na próxima 3a.feira (09/08/2022) uma nova formação para famílias acolhedoras, que é diferente da adoção.  O acolhimento familiar de crianças e adolescentes que tiveram seus direitos violados é temporário e dura em média de 6 a 9 meses. É um trabalho social voluntário e a ação dura em média de 6 a 9 meses.

A formação de novas famílias acolhedoras permite, após um processo cuidadoso que leva quase seis meses, que a criança ou adolescente seja acolhido até que possa ser reintegrado à família de origem ou encaminhado para adoção.

Em situações nas quais a separação temporária da família se faz necessária para a proteção da criança ou adolescente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prioriza o acolhimento junto a uma família acolhedora, modalidade que oferece condições mais propícias ao seu pleno desenvolvimento com segurança e afeto. “É, portanto, fundamental que fortalecemos essa modalidade de acolhimento”, explica a coordenadora do Núcleo da Política Municipal Integrada pela Primeira Infância, Mariana Brito.

Com auxílio financeiro, suporte de uma equipe profissional e apoio de toda uma rede, a família acolhedora nunca está sozinha durante a guarda provisória em que ela assume todas as responsabilidades e os cuidados de uma família: cuidar da saúde, educação, vida em comunidade e convivência familiar da criança ou adolescente.

Existem hoje no Brasil cerca de 30 mil crianças e adolescentes afastados de suas famílias por medida protetiva. Apenas 5% deles encontram-se acolhidos com famílias deste programa, enquanto os outros 95% estão em instituições de acolhimento. Um dos principais motivos que impedem o aumento nos números do acolhimento familiar é o desconhecimento, por parte da sociedade civil a respeito dessa política pública.

As palestras iniciais para os interessados serão realizadas nos dias 9, 11 e 18 de agosto e 6 de setembro e as inscrições podem ser feitas pelo link: clique aqui.

Requisitos:
  •  Ter pelo menos 25 anos e possuir uma rede de apoio.
  •  Não estar no cadastro nacional da adoção e nem o cônjuge (lei 13257/2016).
  • Não ter antecedentes criminais, comprometimento psiquiátrico e dependência alcoólica ou de substâncias psicoativas.
  • Ter disponibilidade de tempo, tanto nos cuidados com a criança como para as demandas de acompanhamento da equipe do serviço.
  • Comprometer-se em exercer a função de proteção até o encaminhamento da criança.
  • Apresentar disponibilidade interna para se preparar continuamente ao momento da despedida.

Instituto Fazendo História

Criado em 2005, o Instituto tem como missão colaborar com o desenvolvimento de crianças e adolescentes com experiência de acolhimento, a fim de fortalecê-los para que se apropriem e transformem suas histórias.

Em 2015, o Fazendo História abriu um serviço de acolhimento familiar para acolher bebês e crianças de 0 a 6 anos. É a instituição que mais acolhe na cidade de São Paulo.

Saiba mais sobre o acolhimento familiar: 

(1) https://www.youtube.com/watch?v=bQANTnVU60Q&t=2s

(2) https://www.youtube.com/watch?v=p-KK_UAUAmQ&t=33s


<<Com apoio de informações/fonte: Secretaria Especial de Comunicação-Secom e SMADS >>

 

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