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Uma marca chega ao mercado para oferecer acessório de moda, com pegada de consumo consciente e sustentabilidade. Além disso, com um modelo de negócios que prioriza a relação com seu consumidor final.
Para comprar uma bolsa da Cotuê, o consumidor não precisa procurar uma loja física ou um marketplace. A jornada começa e termina no próprio site da marca. A nova empresa catarinense escolheu o e-commerce próprio como seu principal canal de vendas, criando um modelo de relacionamento direto com o público.
A estratégia permite que uma pequena marca tenha controle sobre a apresentação de seus produtos, preços, comunicação e experiência de compra, ao mesmo tempo em que amplia seu alcance para consumidores de diferentes regiões do Brasil.
“Nosso propósito é ser diferente em tudo. Os tecidos de algodão usados na confecção das bolsas da Cotuê são produzidos em uma empresa que mantém uma área reflorestada direcionada para suprir as necessidades energéticas das fábricas. Além disso, o parque fabril conta com um moderno sistema de tratamento de afluentes e resíduos, de forma a minimizar ao máximo o impacto ambiental”, explica Denise Becker, fundadora da Cotuê, que há mais de 20 anos se dedica à empreendimentos de educação, cultura e processos artesanais.
Do clique ao produto artesanal
O desafio de vender um produto artesanal pela internet é transformar características que tradicionalmente seriam percebidas presencialmente — textura, acabamento, tamanho e funcionalidade — em uma experiência digital clara.
Por isso, o site apresenta informações detalhadas sobre cada modelo, incluindo medidas, características, cores e formas de utilização.
Na Bolsa Maxi, por exemplo, são informadas dimensões de 49 cm de largura por 36 cm de altura e 18 cm de profundidade, além das duas possibilidades de comprimento das alças. A Tote apresenta quatro bolsos internos, um externo e encaixe para mala, excelente para viagens.
Essa estratégia transforma o próprio e-commerce em uma espécie de vitrine digital da marca, permitindo que o consumidor conheça não apenas o produto, mas também sua proposta.
Uma marca sem fronteiras físicas
O modelo digital também permite à Cotuê testar uma estratégia de crescimento sem a necessidade imediata de uma rede de lojas. A marca pode ampliar sua presença nacional a partir de uma única operação, enquanto mantém a produção em pequena escala e a relação direta com o consumidor.
Para uma empresa que está entrando no mercado, a combinação entre produção artesanal e distribuição digital cria uma equação particular: a peça começa numa cadeia produtiva próxima, mas pode chegar a consumidores em qualquer região do País e do mundo.
“Até o nome é uma proposta global de uso do algodão – Cotton – com a brasilidade dos povos originários Tupi, que já cultivavam e utilizavam o algodão nativo muito antes da colonização”, finaliza Denise Becker.
O catálogo de lançamento reúne modelos como Maxi, Tote, Mini Tote, Transversal e Urbana, com preços atualmente entre R$ 125 e R$ 320. A compra é realizada diretamente pelo site da marca. O consumidor tem opção de frete econômico grátis para todo o Brasil.
Onde comprar: www.cotue.com.br
<com apoio de informações: Vera Moreira Comunicação – Jornalista Vera Moreira>
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