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A construção da Linha 6-Laranja do metrô de São Paulo alcançou 81,5% de execução. O projeto é conduzido pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), e vai ligar a região da Brasilândia, na Zona Noroeste, à Estação São Joaquim, na área central da capital.
A nova linha foi planejada para ampliar a oferta de transporte público de alta capacidade e melhorar a conexão entre as regiões Norte, Oeste e Centro da cidade.
Primeiro trecho será entregue em 2026 e ligação completa chega em 2027
A operação da linha será feita em duas etapas. O primeiro trecho, entre Brasilândia e Estação Perdizes, tem previsão de entrega para o segundo semestre de 2026. Já o percurso completo, que segue até a Estação São Joaquim, deve ser finalizado em 2027.
Ao todo, a Linha 6-Laranja terá 15 estações distribuídas ao longo de 15,3 quilômetros de extensão.
Obras avançam em diferentes pontos do trajeto
Entre os trechos mais adiantados está a estação Água Branca, que já ultrapassou 97% das obras. Também apresentam alto nível de execução as estações Santa Marina, com 94%, Perdizes, com 92%, João Paulo I, com 91%, e Brasilândia, com 90%.
Outras estações importantes ao longo do trajeto, como Freguesia do Ó, SESC-Pompéia e PUC Cardoso de Almeida, já superaram a marca de 80%, indicando avanço consistente em toda a linha.
Linha deve reduzir tempo de viagem e melhorar integração
Quando estiver em operação, a Linha 6-Laranja vai permitir conexões diretas com as Linhas 1-Azul, 4-Amarela e 7-Rubi do sistema metroferroviário. A proposta é melhorar a distribuição de passageiros e reduzir o tempo de deslocamento na cidade.
O trajeto entre Brasilândia e o centro, que hoje pode levar cerca de uma hora e meia de ônibus, deverá ser feito em aproximadamente 23 minutos.
A linha também ficou conhecida como “linha das universidades” por atender diretamente sete instituições de ensino superior e beneficiar outras quatro de forma indireta.
Projeto envolve parceria e geração de empregos
A Linha 6-Laranja é viabilizada por meio de uma Parceria Público-Privada do Governo do Estado de São Paulo com a concessionária Linha Uni. As obras são executadas pela empresa Acciona.
O projeto já gerou mais de 10 mil empregos e prevê a circulação de 22 trens novos, com foco em eficiência e menor impacto ambiental.
A coordenação é da Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado de São Paulo (SPI), responsável pela estruturação e acompanhamento de concessões e parcerias no estado.
Linha integra programa bilionário de mobilidade no estado
A concessão faz parte do programa SP Nos Trilhos, que reúne mais de 40 projetos voltados à expansão e modernização do transporte ferroviário em São Paulo.
O conjunto de iniciativas soma cerca de R$ 194 bilhões em investimentos e prevê mais de 1 mil quilômetros de trilhos na Grande São Paulo, interior e litoral, com potencial para gerar até 150 mil empregos.
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