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No Dia das Mulheres e Meninas na Ciência, especialista brasileira em glaucoma reforça o papel da pesquisa na saúde

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Tempo de Leitura: 3 minutos

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O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, convida à reflexão sobre a presença feminina em laboratórios, universidades, centros de pesquisa e consultórios médicos.

A data reforça a importância de ampliar oportunidades, incentivar vocações e reconhecer trajetórias que transformam conhecimento em benefício direto para a sociedade.

Ao longo da história, as mulheres enfrentaram barreiras para ingressar e permanecer na ciência. Ainda assim, conquistaram espaço e deixaram contribuições decisivas para o avanço da humanidade.

O caminho das mulheres na ciência ao longo da história

Durante séculos, o acesso feminino à educação formal e à pesquisa foi limitado. Mesmo nesse cenário, cientistas romperam fronteiras e estabeleceram novos paradigmas. O reconhecimento internacional veio de forma gradual, mas consistente, mostrando que talento e rigor científico não têm gênero.

Prêmios Nobel e o reconhecimento feminino na pesquisa

Marie Curie tornou-se símbolo desse avanço ao ser a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel e a única pessoa laureada em duas áreas científicas distintas.

Ao longo das décadas, outras pesquisadoras também foram reconhecidas, como Rosalind Yalow, na Medicina, Ada Yonath, na Química, e mais recentemente Jennifer Doudna e Emmanuelle Charpentier, premiadas por suas contribuições à edição genética. Cada premiação representou não apenas uma conquista individual, mas um marco coletivo para a presença feminina na ciência.

O protagonismo das cientistas brasileiras

No Brasil, a produção científica também é marcada por mulheres que ocupam posições de liderança. Pesquisadoras como Mayana Zatz, referência em genética, Jaqueline Goes de Jesus, que integrou a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do coronavírus no país,  Suzana Herculano-Houzel, reconhecida internacionalmente na neurociência e  Tatiana Sampaio, da UFRJ, que lidera uma pesquisa que permitiu tetraplégicos recuperarem movimentos,  mostram a força da ciência nacional. É nesse contexto que se destaca a trajetória da oftalmologista Dra. Regina Cele Silveira Seixas.

Dra Regina Cele e a ciência aplicada à saúde ocular

Reconhecida como uma das maiores especialistas brasileiras em glaucoma, Dra. Regina Cele reúne ampla experiência clínica e produção científica voltada ao enfrentamento de uma das principais causas de cegueira no mundo.

Sua atuação integra pesquisa, prática médica e participação ativa em entidades científicas nacionais e internacionais, reforçando o compromisso com uma medicina baseada em evidências e em constante atualização.

Presente em congressos globais, contribui para o intercâmbio científico e para o aprimoramento das práticas oftalmológicas no Brasil. Em 2025, passou a integrar a Sigma Xi – The Scientific Research Honor Society, uma das mais tradicionais sociedades de honra dedicadas à pesquisa científica.

O reconhecimento amplia sua inserção em redes internacionais de colaboração e fortalece a presença brasileira em debates de alto nível na área médica.

Dra. Regina Cele Silveira Seixas

Pesquisa, inovação e acesso à informação na oftalmologia

Na linha de frente do tratamento do glaucoma, da catarata e de outras doenças oculares, Dra. Regina Cele atua tanto no acompanhamento clínico quanto na orientação pré e pós-operatória, sempre pautada por dados científicos e inovação tecnológica.

Sua experiência abrange sintomas, tratamentos, medicamentos, exames e cuidados domiciliares, oferecendo suporte não apenas aos pacientes, mas também a familiares e cuidadores.

Além da prática médica, destaca-se por tornar o conhecimento acessível ao público leigo. Ao explicar descobertas científicas, tendências, tecnologias e perspectivas para os próximos anos da medicina oftalmológica, contribui para que a informação circule de forma clara e responsável. Essa postura aproxima a ciência da sociedade e incentiva a prevenção em uma área essencial da saúde.

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Da esquerda para a direita: Mayiam Bialik (a neurocientista Amy Farrah Fowler) e Melissa Rauch (a microbiologista Bernadette Rostenkowski-Wolowitz) – Crédito: WARNER BROS.

Da cultura pop à vida real: quando a ciência inspira

Na cultura pop, personagens como a microbiologista Bernadette Rostenkowski-Wolowitz   e a neurocientista Amy Farrah Fowler, do seriado norte-americano The Big Bang Theory, ajudaram a popularizar a imagem de mulheres brilhantes e atuantes no universo científico. Inclusive, a atriz Mayiam Bialik, que viveu Amy nas telas, é PhD em Neurociências.

Fora das telas, profissionais como a Dra. Regina Cele exercem esse papel de forma concreta, mostrando que a pesquisa, a dedicação acadêmica e o compromisso com a saúde pública são instrumentos reais de transformação.

O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência reforça que a presença feminina na pesquisa não é apenas uma questão de representatividade, mas de desenvolvimento social. Ao reconhecer trajetórias como a de Regina Cele, a sociedade valoriza a excelência técnica e o impacto direto que a ciência tem na qualidade de vida das pessoas.

<com apoio de informações: Vera Moreira Comunicação – Jornalista Vera Moreira>

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