As cortinas se abrem como num grande picadeiro de circo. Entre bambolês, malabares e magia, surgem as quatro amigas que convidam o público para embarcar em uma fábula repleta de sonhos, desafios e liberdade.
Assim começa Tarântula Transita, espetáculo idealizado pela artista circense Vulcanica Pokaropa, que será apresentado neste final de semana (18-sábado e 19-domingo), no Teatro Municipal Alfredo Mesquita, na Zona Norte de São Paulo. A entrada é gratuita e a classificação é livre.
Misturando linguagens do circo e do teatro, a montagem é uma verdadeira celebração da resistência e da imaginação. A história se constrói em torno da busca pela ascensão de quatro personagens que enfrentam adversidades, conflitos e preconceitos, sempre com humor e poesia.
Inspirada em estudos sobre a Operação Tarântula — ação policial ocorrida no final da ditadura militar —, a peça revisita esse passado de repressão, dando-lhe nova forma e cor por meio do riso e da fantasia.
O espetáculo propõe uma leitura crítica e simbólica do que significa resistir em tempos de opressão. Por meio do riso, o público é convidado a refletir sobre a liberdade de ser, sobre os corpos que circulam e sobre as teias sociais que aprisionam e libertam.

O circo no palco
A encenação utiliza bambolê, malabares, mágica e manipulação de bonecos, elementos que transformam o palco em uma arena vibrante, onde o lúdico e o político caminham de mãos dadas.
Com 50 minutos de duração, Tarântula Transita é uma experiência sensorial e coletiva, que convida o público a participar do jogo cênico. Para Vulcanica Pokaropa, o objetivo é “levar o espetáculo a diferentes territórios e públicos, criando encontros e despertando reflexões sobre a arte e a resistência”.
A circulação do espetáculo é uma realização da Lui Castanho Produções Artísticas e da própria Vulcanica Pokaropa, com apoio da 9ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Circo para a cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
Mais do que uma apresentação circense, Tarântula Transita é um convite a sonhar, rir e resistir — sob o colorido manto do picadeiro que nunca deixa de pulsar.
Serviço
Local: Teatro Municipal Alfredo Mesquita- Endereço: Av. Santos Dumont, 1770 – Santana
- Localização: em frente ao Campo de Marte
- Transporte: Metrô Linha 1-Azul / Santana e Carandiru
- Estacionamento: no local, livre
- Capacidade: 198 lugares
- Apresentações: 18 e 19/10/2025 (domingo)
- Horário: 16 horas
- Duração: 50 minutos
- Classificação indicativa: livres
- Ingresso: Gratuito – 01 hora antes/bilheteria
- Acessibilidade em LIBRAS: Coragem Criativa
- IBRAS: Yanna Porcino
Ficha técnica
Realização: Lui Castanho Produções Artísticas e Vulcanica Pokaropa / Direção de Produção e Produção Executiva: Lui Castanho / Identidade Visual e Ilustração: Marcos Fellipe / Fotografia e Redes Sociais: Danny Voir / Registo audiovisual e teaser: CircoLab / Assessoria de Imprensa: EBF Comunicação / Concepção e Atuação: Vulcanica Pokaropa / Direção: Cibele Mateus / Criação Dramatúrgica: Cibele Mateus, Vulcanica Pokaropa / Dramaturgia Textual: Vulcanica Pokaropa / Provocação em comicidade: Karla Concá / Sonoplastia: Caê Coragem / Produção mix e master: Quixote 027 /Figurinos e Adereços: Bioncinha do Brasil, Vulcanica Pokaropa, Nana Simões / Cenário: Bioncinha do Brasil, Igor Costacurta, Marcos Ferreira, Vulcanica Pokaropa / Direção de arte: Vulcanica Pokaropa / Produção do espetáculo: Vulcanica Pokaropa / Colaboração Cênica: Fagner Saraiva, Noam Scapin, Lui Castanho / Desenho de Luz: Luz Lopes / Operação de Luz: Nero Heike
<<Com apoio de informações/fonte: EBF Comunicação / Ellen Bacci Fernandes >>
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