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Dia D mobiliza moradores e agentes de saúde no combate à dengue em toda a capital

Foto: Divulgação/SECOM-PMSP
Tempo de Leitura: 3 minutos
  • As ações acontecem em todas as regiões da capital e contam com atividades educativas, nebulizações e bloqueios de criadouros

A Prefeitura de São Paulo promoverá neste sábado (08/11/2025), o Dia D de Combate à Dengue. As atividades acontecem em todas as regiões da capital, com o objetivo de fortalecer a prevenção e o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A ação conta com a participação das equipes das 28 Unidades de Vigilância em Saúde (Uvis) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

As ações que acontecem sábado são as mesmas que as equipes das Uvis da já realizam diariamente, e são a principal forma de controlar a transmissão da dengue. As atividades incluem visitas domiciliares, bloqueio de criadouros, nebulizações, aplicação de larvicidas em pontos estratégicos e campanhas educativas voltadas à conscientização da população.

Em 2025, foram realizadas cerca de 12 milhões de ações de combate à dengue e outras arboviroses, sendo mais de 9,8 milhões de visitas em imóveis. A capital também conta com veículos para nebulização que já realizaram bloqueio em mais de 2,1 milhões de imóveis. Os cinco drones dispersores de larvicida, que atuam em imóveis de difícil acesso, começaram a ser usados em fevereiro de 2024, e desde então, já realizaram mais de 14 mil operações.

Dia D Agentes Dengue
Foto: Divulgação/SMS

Vacinação

Desde o início da vacinação contra a dengue, em abril de 2024, já foram aplicadas mais de 470 mil primeiras doses (D1), com cobertura vacinal de 70,29%; e mais de 280 mil segundas doses (D2), com cobertura de 41,78%. A SMS realiza a busca ativa, por ligações e/ou visitas casa a casa, além do o envio de mensagens SMS com lembrete sobre agendamento e atraso de vacinação, visando a completude do esquema vacinal preconizado.

Conforme as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), a vacina contra a dengue está disponível para adolescentes de 10 a 14 anos. O imunizante é oferecido nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital, de 2ª  a 6ª feira, das 7  às 19 horas, e, aos sábados nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBS Integradas, no mesmo horário. A população pode encontrar a unidade mais próxima por meio do Busca Saúde— é só clicar.

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Divulgação/SECOM-PMSP

Causas, efeitos  e cuidados

A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, inseto que se prolifera principalmente em ambientes com água parada.

A enfermidade pode se apresentar de forma leve ou evoluir para quadros graves, com risco de morte. Os sintomas iniciais mais comuns incluem febre alta, dores intensas no corpo e articulações, dor de cabeça, além de manchas vermelhas na pele.

Em casos mais graves, surgem sinais de alarme como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, dificuldade para respirar, confusão mental e sangramentos. Nessa fase, a doença pode evoluir rapidamente para quadros de choque, falência de órgãos e óbito, exigindo atendimento médico imediato.

Mesmo após a recuperação, alguns pacientes relatam efeitos de longo prazo, como síndrome da fadiga crônica, queda de cabelo e perda de apetite, impactando significativamente a qualidade de vida. Por isso, o acompanhamento clínico adequado é essencial.

Dia D Agentes Dengue

A prevenção continua sendo a principal arma contra a dengue. Eliminar criadouros do mosquito, como recipientes com água parada, limpar calhas e quintais, manter caixas d’água tampadas e usar repelentes são atitudes fundamentais.

Em caso de suspeita, é importante não se automedicar — principalmente com medicamentos como aspirina —, já que certos compostos podem agravar o quadro. A recomendação é a busca de Unidade Básica de Saúde (UBS), Pronto Socorro ou mesmo unidade hospitalar.

O tratamento consiste em repouso, ingestão de líquidos e uso de analgésicos e antitérmicos sob orientação médica. Casos que evoluem com sintomas severos devem ser tratados com urgência. A vigilância e o cuidado começam em casa, mas a resposta precisa ser coletiva. E o sentido de cidadania e coletividade devem ser usadas para impedir e combater a doença.


<Com apoio de informações/fonte: Secretaria Especial de Comunicação – SECOM-PMSP>

 

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