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Cervejas brasileiras ganham o mundo e reafirmam liderança no Anuário de 2025

Cervejas brasileiras
Foto: Divulgação/Sindcerv
Tempo de Leitura: 3 minutos
da Redação DiárioZonaNorte
  • O Brasil é atualmente o terceiro maior produtor mundial de cerveja;
  • Com a chegada dos holandeses, no século XVII, a cerveja desembarcou no Brasil, mas só se popularizou  após a chegada da família real portuguesa;
  • E todo momento passou a ser o Dia Internacional da Cerveja, que se consagrou como a bebida mais democrática do mercado; e
  • Ela está até onde se duvida, além de bares, restaurantes,  festas populares,  nas ruas, nas arquibancadas dos estádios e todo tipo de comemorações.

As cervejas brasileiras já deixaram de ser apenas uma paixão nacional para se tornarem um produto de reconhecimento global. Com sabores que combinam tradição, inovação e diversidade regional, elas vêm conquistando consumidores e prêmios mundo afora — e disputam, cada vez mais, espaço em igualdade com marcas consagradas da Bélgica, Alemanha e Estados Unidos.

Essa ascensão foi confirmada com o lançamento do Anuário da Cerveja 2025, em Brasília,  com a publicação oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), que apresenta um retrato fiel da força e maturidade do setor no Brasil, com dados do ano passado.

Cresce a produção

Os números impressionam: mais de 332 milhões de litros de cerveja foram exportados em 2024, gerando um superávit comercial recorde de US$ 195 milhões. O dado simboliza não apenas o crescimento da produção, mas a valorização internacional das marcas nacionais. O Brasil, que há anos lidera o mercado latino-americano, se projeta agora como potência cervejeira também fora do continente.

Mesmo em um cenário desafiador, com enchentes no Rio Grande do Sul e reflexos de uma economia global em desaceleração, a indústria brasileira demonstrou resiliência. A produção se manteve praticamente estável: 15,34 bilhões de litros em 2024, uma queda de apenas 0,11% em relação ao ano anterior. Já o número de cervejarias registradas subiu 5,5%, totalizando 1.949 estabelecimentos em 790 municípios.

O destaque absoluto do ano, contudo, foi o avanço das cervejas sem álcool. O segmento cresceu 536,9% em volume de produção comparado a 2023, impulsionado pela busca por hábitos mais saudáveis e por um público que não abre mão do sabor.

A evolução da cerveja 0,0% reforça nosso compromisso com a diversidade de escolhas e com um consumo equilibrado e consciente”, afirma Márcio Maciel, presidente-executivo do Sindicerv.

Mais de 55 mil marcas

A variedade da indústria também chama atenção: são 55.015 marcas e 43.176 produtos registrados. A diversidade atende desde o consumidor tradicional até os apreciadores de rótulos artesanais e premiuns, revelando um setor atento às mudanças de comportamento e realidades regionais.

Segundo levantamento da consultoria Euromonitor, o setor investiu mais de R$ 17,5 bilhões desde 2020, principalmente em tecnologia, expansão e modernização. Esses aportes estruturais ajudaram a manter a competitividade nacional, mesmo diante da inflação de insumos e da pressão fiscal.

O setor segue resiliente e inovador porque tem uma base sólida e uma cadeia integrada do campo ao copo”, reforça o presidente do Sindcerv. Ele também defende equilíbrio regulatório: “Tributação sem sensibilidade pode comprometer empregos, inovação e milhares de pequenos negócios.”

Cervejas brasileiras

Com dados abrangentes e atualizados, o Anuário da Cerveja 2025 consolida o papel estratégico do setor na economia brasileira e projeta um futuro ainda mais promissor — tanto dentro quanto fora do país.

Mais informações, acesse gratuitamente o Anuário da Cerveja 2025clique aqui.


<<Com apoio de informações/fonte: Oficina de Comunicação/Fabricia Gouveia >>

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