da Redação DiárioZonaNorte ===

No centro velho da cidade de São Paulo, no meio de prédios dos séculos 18 a 21, a máquina do tempo retorna a 3 mil anos a.C. para uma mostra espetacular de 140 peças da antiga civilização do Egito representando modelos religiosos, políticos, artísticos e literários nos três milênios. A exposição “Egito antigo – do Cotidiano à Eternidade” está sendo instalada no antigo prédio-sede do Banco do Brasil, onde funcionou a primeira agência do banco no coração histórico da cidade, e que há 19 anos foi restaurado e tornou-se o Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB – com uma gama de atividades culturais e importantes exposições. Com seu estilo neoclássico, em cinco andares e mais os subsolos, o prédio será transformado em um local de uma das maiores civilizações da história da humanidade.

Um amplo panorama === Essa mostra que entra em cena nesta 4ª feira (19/02/2020) e segue até 11 de maio, apresenta-se gratuitamente (agendamento através de aplicativo – veja no final) com um amplo panorama sobre o cotidiano, a religiosidade e os costumes ligados à crença no Egito Antigo. Com a produção e organização da Art Unlimited, recebe o patrocínio do Banco do Brasil, BB DTVM, BB Seguros e co-patrocínio da Brasilprev e apoio do Banco Votorantim.


Vinheta de divulgação para a exposição “Egito Antigo: do cotidiano à eternidade” — clique na imagem abaixo:


Um percurso na mostra === A quatro dias de sua inauguração oficial, o DiárioZonaNorte foi convidado pela Agência Galo de Comunicação e teve o privilégio de participar de uma visita guiada pelo historiador holandês, museólogo e curador da mostra,  Pieter Thomas Tjabbes. Ele é o responsável direto, junto com o co-curador e representante do Museu Egípcio de Turim (Museo Ezigio) — segundo maior acervo egípcio do mundo –, o italiano Paolo Marini — que é egiptólogo e o organizador das mostras itinerantes pelo mundo –, e também a sócia-diretora Tânia Mills da empresa paulistana Art Unlimited, que em 24 anos de atuação tem em seu portifólio mais de cem exposições nacionais e internacionais, com importantes prêmios de artes plásticas. Ainda no meio de algumas peças encaixotadas e de  equipes de coordenadores de montagem, cenografia e produção em pleno trabalho, cerca de 15 convidados visitaram todas as salas da exposição, com o percurso de aproximadamente duas horas.

Uma abertura de conhecimento === Conhecer mais o dia a dia do povo egípcio é um ganho para o público brasileiro, que em sua maioria teve o conhecimento básico e fragmentado nos bancos escolares e até nas faculdades. Desta maneira,  a exposição abre um despertar maior para levar ao interesse de mais leitura e pesquisas, até mesmo em locais periféricos.  Esta é a base de intenção do curador Pieter Tjabbes, comentando: “O principal objetivo é possibilitar a um público grande e diverso, um entendimento qualificado sobre a cultura egípcia”. E concluindo:  “Organizamos as obras em diversos recortes, diferentes instâncias, ultrapassando limites temporais e regionais”. Por outro lado, os personagens estereotipados de filmes e séries com uma falsa realidade do Egito e de sua história – como as aventuras de Indiana Jones, o pacato professor de arqueologia vivido pelo ator Harrison Ford com seus malabarismos cinematográficos – ou a série de filmes sobre “múmias”, com imagens e histórias destorcidas. Nestes filmes, sobrou até para um dos simbolos egípcios, o escaravelho-sagrado — que constituía um amuleto muito popular no antigo Egito.

O público esperado === O curador e organizadores tem estimativa inicial que a exposição vai receber a média diária de 500 pessoas, nos três meses da exposição. No CCBB do Rio de Janeiro,  em apenas 15 semanas (de 12 de outubro de 2019 a 28 de janeiro de 2020 – inicialmente era 02/janeiro e depois foi prorrogado) a exposição arregimentou mais de 1,4 milhão de pessoas (exatos 1.433.188 visitantes), um recorde mundial atestado por publicações, críticos e entidades internacionais. E a média da fila para ingresso na exposição foi de 2 horas e 30 minutos. O CCBB  de São Paulo é um terço do espaço do Rio de Janeiro e tem salas pequenas distribuídas pelos quatro andares, com o público usando as escadas. Na exposição carioca houve a ocupação de um andar inteiro, com bastante espaço para circulação dos visitantes. O curador Tjabbes está circulando a todo momento pelos andares do CCBB-SP, desce e sobre escadas, sempre preocupado nos acertos e na montagem da exposição. Ele confessa: “Aqui dentro ando de 8 a 10 mil passos por dia”.

Os cuidados com as peças === A exposição tem início pelo quarto andar, onde o curador Tjabbes anuncia “aqui vocês podem ter sorte ou azar!”,  pois está se conhecendo a “cozinha de uma exposição”, onde é o início de tudo. E o azar ele informou porque muitas peças ainda estão encaixotadas e não serão mostradas – só na exposição. Naquele local, uma prévia da mostra, ao lado de uma grande mesa de madeira para abertura de caixas e os acertos com as peças. “Todo o cuidado é pouco”, recomenda Tjabbes. Caixas no chão marcadas com números e letras para identificações.  “As peças são superfrágeis, que vieram em caixotes superfechados e protegidos para não ter nenhum arranhão, evitando-se qualquer trepidação que pudesse afetar as peças”, comentou. Por todos os andares percorridos, cartazes com fotos das peças egípcias com numeração e localização para guia da montagem. Em algum lugar estratégico de andar, notava-se mapa do local com a disposição das peças, nas medidas de cada espaço.  No meio dos corredores, o pessoal da produção fazendo os acertos da montagem que está em cima da inauguração. “O tempo também é sagrado”, diria o curador Tjabbes.

As dificuldades === O seguro, o acondicionamento das peças em caixas especiais para manter a climatização ideal, tudo foi pensado e estudado. Foi fretado um avião cargueiro que pousou em Viracopos, em Campinas, e uma frota de caminhões especializados para o traslado entre cidades. Desde 27 de janeiro no término na exposição no Rio de Janeiro, a preocupação maior passou o desmonte da exposição e os cuidados no transporte com as dificuldades no prédio do CCBB-SP, onde teve até içamento com cabo de aço para as peças chegarem aos andares. E peças que subiram sozinhas no pequeno e apertado elevador antigo – como a  estátua de 2 metros da deusa Sekmet (1390 a 1353 a.C.), uma divindade guerreira com cabeça de leoa, pesando meia tonelada em  rocha granodiorito; que também precisou de um avião cargueiro para trazê-la em 10 horas de viagem. Segundo Tjabbes, foi um esquema de muita organização e com o maior cuidado no transporte.

Os três ambientes === Na verdade,  durante a exposição e por causa da estrutura do prédio, haverá a utilização de escadarias, a visitação começa  no 4º andar, com o início de cima para baixo, percorrendo os  três  ambientes, com pinturas diferentes em cada local: Vida Cotidiana (amarela) – com 22 peças, Religião (verde) e Eternidade/Costumes funerários (azul) – as duas tem 118 peças, no total. Cada seção apresenta um tipo particular de artefato arqueológico, contextualizado por meio de coloração e iluminação projetadas para provocar efeitos perceptuais. Na primeira parte da mostra, há uma área dedicada ao cotidiano dos egípcios. Há dois telões com apresentação de vídeo introdutório, com a finalidade de ambientar e fornecer informações aos espectadores. São imagens do dia a dia daquela civilização, às margens do Rio Nilo, dos papiros e de templos. A religião e a eternidade mostram que os egípcios acreditavam na vida após a morte. E os faraós poderiam se transformar em estrelas, como um post mortem estelar. Como destinos associados ao deus Osíris e ao Sol. “Na verdade, os egípcios prezavam tanto pela vida que queriam perpetuá-la pela eternidade”, diz Tjabbes.

Uma pirâmide dentro do prédio === Nos quatro andares estão divididos esculturas, pinturas, objetos, sarcófagos e até um múmia, vindos do Museu Egípcio de Turim (Museo Egizio), além de instalações cenográficas e interativas que permitem uma viagem ao tempo dos faraós. No caminho, um pergaminho de 3 metros de comprimento com os nomes dos mortos — os mais ricos recebiam mais histórias e desenhos no papiro que até passava de 10 metros de comprimento e 15 centímetros de largura. Já no final da mostra — que de forma inversa fica na entrada, no primeiro subsolo do prédio –, ergue-se uma réplica enorme da pirâmide de Gizé, com seis metros de altura construída de isopor, mas com as cores e as características originais, inclusive na proporcionalidade, onde internamente permitirá o ingresso de visitantes para brincadeiras virtuais na transformação de múmias.

Interatividade na mostra === Os visitantes poderão participar de atividades lúdicas, como escrever o nome em hieróglifo e tirar fotos com a esfinge e o faraó. A exposição também conta com uma seção interativa, com um vídeo 3D de monumentos que permite percorrer lugares no Egito Antigo. Há até um espaço com uma enorme foto do Egito para que as pessoas façam “selfies”. Uma réplica de uma escavação e um livro eletrônico mostrarão parte do material registrado pelas equipes de Napoleão Bonaparte (de 1798 a 1801). Uma galeria com fotos e mapas gigantes de desenhos realizados durante a ocupação do Egito por Napoleão. Além disso, serviço de audiodescrição e objetos táteis serão disponibilizados pela equipe do Programa CCBB Educativo. Mas, por outro lado, a  curiosidade do visitante ultrapassa os limites de segurança, onde uma Câmara da tumba de Nafertari está cheio de “dedinhos”, furos por todos os lados na concepçao de isopor. Na montagem desta Câmara teve até um artista brasileiro reproduzindo, no local,  todas as escrituras e desenhos, em várias cores, juntando e comparando com fotos de alta qualidade do Getty Institute. Na exposição realizada no CCBB-RJ teve esse problema, que agora terá uma tela separando o público dos desenhos, o que atrapalha um pouco a visão.

Mais um apoio de patrocínio === Por meio das leis de incentivo, a BB Seguros patrocina exposições e eventos culturais a fim de garantir que a população tenha acesso gratuito à cultura. “Nossa política de patrocínio prioriza projetos que tragam entretenimento de qualidade, conhecimento e lazer a um grande número de pessoas. Sem dúvida, esta será mais uma exposição de grande sucesso em todas as cidades em que for exibida”, comenta Fabio Mourão, Superintendente Executivo de Marketing, Clientes e Planejamento Comercial na Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

O orçamento e os gastos === O orçamento da mostra é de 12,3 milhões de reais para os três circuitos (sendo 3,2 milhões para cada etapa Rio de Janeiro/ São Paulo/Brasília e Belo Horizonte) – sendo 10,2 milhões captados pela Lei Rouanet. As depesas no circuito de quatro cidades — Rio, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte — são altos, como também a taxa de empréstimo pelo Museu Egípcio de Turim (Museo Egizio), com as  obras em período longo de quase 10 meses. Mais gastos com as réplicas da pirâmide e a tumba da rainha Nefertari.


Os museus/Cultura egípcia

  • No mundo são quatro museus com a cultura egípcia: Museu do Cairo/Egito (120 mil objetos), Museu do Louvre/França (67.500 objetos), Museu Egípcio de Turim/Itália (40 mil objetos) e Metropolitan Museum / EUA (26 mil objetos). E o British Museu/Inglaterra, que guarda a Pedra de Roseta – item para a compreensão dos hieróglifos.
  • No Brasil, instituições que preservam itens egípcios: 1. Masp/SP– 22 peças e já apresentou a exposição “Egito Faraônico, Terra dos Deuses (2001); 2. Casa Museu Eva Klabin/RJ (no Rio de Janeiro tem amostragem de 70 peças); 3. Museu Mariano Procópio/MG (Juiz de Fora-MG com 51 peças);4. Museu Tutankhamon/PR (em  Curitiba-PR com uma múmia de nome Tothmea); e 5.Museu Nacional/RJ (RJ, mais de 200 itens da coleção que foram resgatados do incêndio de 2018.

Sobre o CCBB SP – O Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB/São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 na Rua Álvares Penteado, 112, esquina com a Rua da Quitanda. Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital. A construção foi inteiramente reformada para abrigar o CCBB São Paulo, inaugurado em 21 de abril de 2001. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século XX.


Sobre a  Art Unlimited ===  É uma empresa oferece conteúdo e busca otimizar e ampliar os investimentos de seus clientes.O resultado das experiências exclusivas e criadas sob medida pelas equipes multidisciplinares se reflete no reconhecimento da crítica especializada, na credibilidade junto às instituições culturais, no relacionamento estreito com os artistas mais renomados, na fidelização dos clientes e parceiros e na repercussão midiática que alcança altos retornos para os patrocinadores.

A empresa é dirigida por Pieter Tjabbes, formado em Direito e História da Arte pela Universidade de Leiden, na Holanda, diretor técnico do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo (1990-1991) e diretor do Stedelijk Museum em Schiedam, na Holanda (1991-1995). No Brasil, trabalhou para o Ministério da Cultura e foi gerente internacional da Fundação Bienal (1995-2002). Dirigiu o projeto de adequação museológica da Galeria do Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, em Brasília, e do Museu do Estado de Pernambuco, em Recife.

Tânia Mills, sócia-diretora da Art Unlimited desde 2002, é formada em Artes Plásticas pela FAAP e atua como produtora cultural. Profissional com extenso currículo em organização, coordenação e produção de eventos culturais nas áreas de artes plásticas, cinema, teatro, filme publicitário e fotografia, é reconhecida pela habilidade em planejamento, organização e comunicação nos âmbitos nacional e internacional. Trabalhou junto à curadoria e à gerência internacional da Bienal de São Paulo em suas 24a e 25edições, e da 4Bienal de Arquitetura, entre 1997 e 2002.

Clientes e parceiros: 3M, Absolut Vodka, Coca Cola Femsa, The British Museum, Fiat, Fundação Edson Queiróz, MAB-FAAP, Museu de Arte Moderna-MAM, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Museu do Estado de Pernambucio, Museu Oscaar Niemeyer, Renault, Stedel JK Museum Amsterdan, The Warhol, Tolio Art Museum, Tok Art Museum, Banco do Brasil, Bradesco, Britishi Council, Caixa, Fundação Casa França-Brasil, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Centro Cultural dos Correios, Cinemateca Brasileira, Copel, CSN-Companhia Siderurgica Nacional, Deutsche Bank, Eletrobrás, El Paso, Faulconer Gallery, Fundação Clóvis Salgado, Fundação Clóvis Salgado, Fundarpe-Fundação do Patrimônio Artístico Pernambuco, Bienal, Gerdau, Rede Globo, Goethe Instituto, Iguatemi,Deca, Grandene, Hamburg Sud, Duratex, Henry Moore Institute,  The Havry Moore Fundation, HSBC na Cidade, Instituto Italiano de Cultura, Itau Cultural, Masisa, MIS-Museu de Imagem e Som, SMK, Fundação Vale, Nestlé, Nestlé,  EAN-Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Petrobrás. Pinacoteca de São Paulo, Sanepar, Sesc, Sprengel Museum Hannover e Vale.


A História do Egito Antigo em livros e documentários === A história desta civilização é muito interessante. Com a exposição no CCBB-SP é um incentivo para um maior aprofundamento na riqueza de detalhes na história. Há muitas coleções e livros dedicados ao Egito Antigo, que podem até ser achados em sebos, com preços bem baixos. Aqui, algumas sugestões: (1) Como Seria Sua Vida no Antigo Egito? – Jacqueline Morley (Editora Scipione), (2) O Egito Secreto – Paulo Brunton (Editora Pensamento), (3) O Egito dos Farós – Federico A. Arbono Mello (Editora Hemus), (4) Egito – Terra dos Faraós – Olavo Leonel Ferreira (Editora Moderna) e (5) O Livro dos Mortos do Antigo Egito (Editora Hemus).

Documentário:  “Faraó e seus Deuses – Egito”- Produção: Discovery-Civilization – clique aqui para assistir na íntegra (46min40seg) == Resumo: Os Faraós eram os reis que governavam o Antigo Egito. Embora o termo não fosse tão utilizado na época, hoje se trata todos os monarcas do Império Egípcio como faraós, mas é preciso lembrar que todos esses governantes tinham suas características próprias apresentando uma diversidade muito grande de intenções enquanto ocupavam o trono. Segundo a mitologia egípcia, o deus Hórus havia governado o Egito por muito tempo, só depois que se estabeleceu o primeiro governo humano, no qual o monarca era um descendente direto de Hórus. A suposta linhagem divina tornava o faraó um ser sagrado no Egito, acreditava-se que seu sangue era composto pelos traços divinos do deus Hórus. A tradição aponta Menes como o primeiro faraó do Egito Antigo, o qual teria sido responsável por unificar o reino dividido, o que teria acontecido por volta de 3.100 a.C., embora haja suspeita entre os historiadores da existência de uma linhagem anterior.

Serviço

Egito Antigo – do cotidiano à eternidade

  • Local: CCBB SÃO PAULO – Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
  • Evento: Gratuito com agendamento pelo aplicativo: “Eventim”
  • Aplicativos: Apple Store e Google Play
  • Ingressos: bb.com.br/cultura
  • Bilheteria: no CCBB mediante disponibilidade
  • Classificação indicativa: livre
  • Horário: todos os dias, das 9 às 21 horas, exceto às 3ªs.feiras
  • Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico/Triângulo SP-
  •                   São Paulo – SP
  • Transporte: Metrô Linha 1-Azul / Estação São Bento
  •                   < Acesso pelo  calçadão>
  • Informações: (11) 4298.1270 e 3113-3651/3652
  • E-mail: ccbbsp@bb.com.br
  • Serviços: Acesso e facilidades para pessoas com deficiência |
  •                Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja
  • Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.
  • Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na                    bilheteria do CCBB.
  • Traslado gratuito:  até o CCBB (aprox. 10 min), das 14h às 23h.
  • Van de serviço: No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.

<<Com apoio de informações/fonte: Agência Gallo de Comunicação – Sarah Alves e Tales Rocha /// CDN Comunicação – Thais Ferrite/// Assessoria de Imprensa do CCBB – Leonardo Guarniero >>


ObraFácil

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor, entre com seu comentário
Por favor, entre com seu nome agora