Um evento esportivo diferente e, pela primeira vez, com exibição no Vale do Anhangabaú, sob o Viaduto do Chá, no centro da cidade. No local, uma quadra de basquete pela metade da tradicional e somente um painel com a cesta. É o novo basquete que está sendo praticado nos parques de grandes cidades pelo mundo, como em São Paulo no Parque da Juventude, na Zona Norte,  e do Ibirapuera.

No domingo (10/02/2019), a partir das 08h30,  acontece o Desafio Internacional de Basquete 3×3  com quatro seleções que se enfrentarão: Brasil Sub 18, Brasil Adulto, Argentina e Estados Unidos. Com entrada gratuita, as arquibancadas já estão prontas para receber o público estimado em 800 pessoas, com mais espaço no entorno, no total cerca de 1500 pessoas. Uma grande oportunidade de chegar perto dos ídolos e tirar fotos, autógrafos e selfies com as crianças e família. Um evento saudável.

Os americanos === Os primeiros a treinar foram os americanos, que usaram a quadra do Clube Esperia, na Zona Norte.  A equipe, comandada por Scotty Postl, é formada pelos atletas Damon Huffman, Daniel Mayraides, Zahir e Carrington e Craig Moore. O jogador Mayraides, inclusive, conta que a equipe teve um ótimo dia na chegada a São Paulo, “conseguimos conhecer um pouco da cidade e tivemos um ótimo treino. Estamos muito felizes pela recepção que estamos tendo no Brasil”.

Seleção Sub-18 do Brasil === Aconteceu também o primeiro encontro entre os atletas da Seleção do Brasil Sub-18, já que eles jogam regularmente em times diferentes. E  para esta formação foram avaliados, em dezembro, durante a etapa final do Circuito Brasileiro de Basquete 3×3 da Confederação Brasileira de Basketball (CBB).

Essa equipe é composta por Gabriel Antero B. Almeida, Luiz Henrique S. Ferreira, Mateus H. Diniz e Pedro Henrique S. C. Santos.  Segundo Luca Carvalho, da Comissão Técnica, os atletas se apresentaram bem e as expectativas sã o boas.  “Eles treinaram ao longo do ano com suas equipes, são atletas com enorme potencial. No treino de agora conseguimos elevar o nível e esperamos que eles executem  o planos com intensidade”, concluiu.

Seleções do Brasil: na frente/amarelo (Sub18) e atrás/verde (Adulto).

A seleção do Brasil Adulto === Já os atletas que representarão a Seleção Brasileira-Adulta serão Rodrigo Del’Arco, Fábio Alexandre Santos, Alfredo Luiz Perandini e Ulisses Ferreira Lima. Eles pertencem à equipe Rio Preto 3×3, atual campeã nacional da modalidade. Douglas Lorite, que também faz parte da comissão técnica das seleções brasileiras, conta que os treinos foram muito positivos. “As duas equipes superaram expectativas, com certeza nos jogos serão ainda melhores”, conta Lorite.

Los hermanos argentinos === A seleção argentina foi a última a chegar em São Paulo. Fizeram um tour pela cidade e treinam neste final de semana. A equipe é  composta pelos atletas Santiago Quiroga, Exequiel Gazzo, Gianni Dubois e Fausto Ruesga, que são comandados pelo técnico Leandro Tesido.

A modalidade === O gerente de Desenvolvimento 3×3 da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Francisco Oliveira,  explica que as regras do 3×3 foram pensadas para tornar o jogo mais dinâmico e rápido. “O tempo total do jogo é de 10 minutos e o cronômetro é parado durante as situações de bola morta e lances-livres e sendo reiniciado após a troca de bola ser completada. No entanto, a equipe que marcar 21 pontos primeiro será a vencedora. ”, explica.

O representante da CBB também esteve no local que preparado especialmente para o evento. “A quadra está de acordo com os padrões da Federação Internacional de Basketball para grandes eventos. Além disso, a localização é muito bonita, a estrutura tanto para o público quanto para os atletas já antecede o sucesso que será esse Desafio”, conta.

A arbitragem da competição será formada pelos brasileiros que fazem parte do quadro internacional FIBA 3×3: Fernanda Sá, Sheley de Souza Quintela e Marcos Antonio de Matos Ferreira.  O Desafio Internacional de Basquete 3×3 é uma realização da Confederação Brasileira de Basketball e Esportemultiplataforma. << Com apoio de informações/fonte: 222 Comunicação-Manuella Tavares >>


Serviço – Desafio Internacional de Basquete 3×3

  • Quando: 10 de fevereiro
  • Horário: A partir das 8h30
  • Onde: Vale Anhangabaú – Viaduto do Chá – São Paulo
  • Evento gratuito 
  • (*) Transmissão AO VIVO no ” Esporte Espetacular ” /RedeGlobo, a partir das 10h30 no domingo

Mais sobre o esporte === << Obs.: as regras básicas da Federação Internacional de Basketball, publicadas no Wikipédia, não necessariamente que serão usadas no Desafio Internacional do Vale do Anhangabaú >> == O Basquete 3×3 (pronunciado 3 por 3 ou 3×3), é uma versão do basquetebol tradicional desenvolvida em campos exteriores de asfalto em cidades, nos  Estados Unidos.  Com mais de 250 milhões de jogadores por todo o mundo está entre os esportes recreativos mais jogados no Mundo.  O formato foi primeiramente testado nos Jogos Asiáticos em Recinto Coberto de 2007, em Macau, e introduzido a nível mundial nos Jogos Asiáticos da Juventude de 2009, em Cingapura. A estreia competitiva mundial aconteceu nas Olimpíadas da Juventude de 2010, também em Singapura.

Regras básicas ===  As diferenças do basquetebol tradicional  são as seguintes:

  • Cada equipe tem quatro jogadores, dos quais três estão em campo, e um de reserva.
  • O jogo é jogado num campo com metade da dimensão de um campo do basquetebol regular da FIBA, tendo só um cesto.
  • A bola lançada ao ar não é usada para iniciar o jogo. Em vez disso, imediatamente antes do jogo um jogador de uma equipetenta atirar da zona dos três pontos. Se conseguir, será a equipe desse jogador a sair com a bola. As situações de bola lançada ao ar subsequentes são governadas pela alternação da posse de bola, com a primeira possessão dessas a ir para a equipe que não teve a posse de bola no início do jogo.
  • Em vez dos três árbitros usados no basquetebol regular, no 3×3 há apenas dois árbitros, e ainda um marcador, um controlador do tempo e um operador do relógio de jogadas.
  • O jogo divide-se em dois períodos de cinco minutos cada. Vence a equipa que marca 33 ou mais pontos – no Torneio até 22 pontos. Se nenhuma equipe atingir os pontos no final do tempo regular, a equipe com a pontuação mais alta vence. Um empate no tempo regulamentar leva aos prolongamentos de dois minutos que sejam necessários para encontrar um vencedor no fim do tempo, ou por atingir os pontos determinados.
  • É usado um relógio de jogadas.
  • A primeira pessoa na equipe atacante a possuir a bola fora do arco dos três pontos deve passar a bola a um colega de equipe antes de poder atirar ao cesto.
  • Se a defesa ganhar a posse de bola na área de dois pontos, por roubar ou recuperar a bola, a equipe deve primeiro levar a bola para a área dos três pontos antes de poder tentar encestar.
  • Os lançamentos são efetuados num ponto no nível das margens no topo do arco dos três pontos. O lançador deve passar a algum colega numa posição qualquer do campo. O receptor não pode atirar logo ao cesto independentemente da sua localização. Se estiver na área dos três pontos, o receptor deve passar a um colega de equipa. Se estiver na área dos dois pontos, a bola deve ser driblada ou passada para fora da área; uma vez fora da área, o jogador com a posse de bola deve passar antes da equipa poder tentar fazer o cesto.
  • Fazer “enterradas” não é permitido a menos que o campo tenha aros separados aprovados.
  • Não são permitidos descontos de tempo em nenhuma altura (ainda assim, os árbitros devem parar o jogo em caso de lesão de um jogador ou de outra situação perigosa, tal como nas regras normais da FIBA).

Existem algumas regras similares às do basquetebol tradicional, expressas nas regras do 3×3:

  • Um jogador que cometer 5 faltas é desqualificado, como num jogo de basquetebol tradicional.
  • Uma equipe fica numa situação de falta de penalidade na sua quarta falta quer num mesmo período, quer durante o jogo todo. Faltas defensivas que não são feitas ao atirar a bola ao cesto subsequentes, cometidas pela mesma equipa, resultam em dois lances livres. Como as regras principais da FIBA aplicam-se a menos que haja regras sobre a situação nas regras da FIBA para o 3×3, todos os prolongamentos são considerados uma extensão do segundo período para fins de faltas de penalidade. << Com apoio de informações/fonte: Wikipédia >>

 

 

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