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São Paulo mantém o uso obrigatório das máscaras em locais abertos e fechados

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  • De acordo com novo estudo apresentado hoje, mesmo com a situação epidemiológica controlada, dex forma moderada, medidas de proteção individual seguem imprescindíveis

A Prefeitura de São Paulo apresentou nesta 4ª feira (10/11/2021) o novo estudo sobre a situação epidemiológica do Coronavírus na cidade. Com base neste mapeamento, a capital optou pela continuidade do uso de máscaras obrigatório em locais abertos e fechados durante esta fase da pandemia, em que o nível de transmissão e de assistência são considerados moderados.

De acordo com o prefeito da cidade, o comportamento da Prefeitura de São Paulo com relação aos aspectos que envolvem o enfrentamento à Covid-19 é escutar a saúde e a ciência, com decisões baseadas na análise dos técnicos da Secretaria Municipal de Saúde.

Plano de flexibilização de medidas não farmacológicas
O novo Plano de flexibilização de medidas não farmacológicas é um estudo que considera a avaliação de indicadores dos níveis de transmissão da Covid-19 e da avaliação da assistência de saúde na cidade para embasar as decisões de acordo com a situação atual da pandemia no município. Além dos dados que mostram o cenário atual, o mapeamento conta com uma previsibilidade dos números que a pandemia deve alcançar nas próximas semanas.

“Este é um estudo realizado pela Vigilância Sanitária, um plano bastante sólido dos indicadores da pandemia e da assistência. Por isso, mantemos a utilização da máscara no município, devendo fazer as projeções com relação aos indicadores de uma nova versão para o início do mês de dezembro com os indicadores que seguramente a cidade poderá alcançar”, disse o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido.

Com isso, está mantida a recomendação das medidas não farmacológicas, como o distanciamento pessoal, evitar aglomerações, assim como o compartilhamento de uso de objetos pessoais, além da higienização frequente das mãos.

Essas medidas não farmacológicas foram recomendadas pela Organização Mundial de Saúde e pelo Ministério da Saúde desde o início da pandemia, como forma de conter o avanço da doença, e que permitem que possamos ter uma retomada gradual e segura”, explicou a coordenadora do Núcleo de Doenças Agudas Transmissíveis da COVIDA/SMS, Dra. Paula Bisordi.

Metodologia

Neste momento, a ênfase do estudo foi colocada na detecção de casos, investigação e rastreamento de contatos. Para a decisão, a Secretaria Municipal da Saúde elaborou um conjunto de indicadores baseados em critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dados das bases oficiais conforme os níveis de transmissão comunitária (incidência, hospitalizações e mortalidade), os indicadores da assistência (novas internações, solicitação de vagas em UTI e letalidade) e da vacinação do público elegível.

Cada item analisado possui um peso diferente para a sua classificação. Ao avaliar todos esses indicadores em uma matriz de risco, foi feita a classificação final da situação do município, que neste momento se encontra em nível 2.

Situações

Com a situação de nível 2, que a cidade de São Paulo se encontra hoje, é preciso:
• Reforçar a proteção dos mais vulneráveis clinicamente, por meio da aplicação estrita de medidas de prevenção e controle de infecção, vigilância intensificada e gerenciamento de visitas em instituições e cuidados de longa permanência.
• Reavaliar atividade de rastreamento de contatos, considerando a priorização para casos confirmados e surtos em locais fechados.
• Manter a recomendação para o uso de máscaras obrigatório na comunidade, bem como as demais medidas não farmacológicas de controle. << Com apoio de informações/fonte: Secretaria Especial de Comunicação – Secom/ PMSP >>


 

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