Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)  atinge  mais de 300 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.  Além da ajuda médica, conhecimento é fundamental tanto para o paciente, como para a família.

Jack (43 anos) – perito de seguros. Lavava a mão pelo menos cinquenta vezes por dia.

Barbara (33 anos) – formada com honra na Ivy League. Chegou a levar o ferro de passar e a cafeteira ao trabalho para ter certeza que estavam desligados.

Brian (46 anos) – vendedor de carro. Lavava o chão do asfalto nas redondezas de sua casa após acidentes com medo de se contaminar com ácido de bateria.

Essas são algumas das mais inquietantes histórias reais de quem sofre com TOC. Parece loucura, as vezes até atitudes de quem quer chamar a atenção, mas o dr. Jeffrey M. Schwartz – um dos maiores especialistas mundiais no conceito de neuroplasticidade, autor do livro TOC: Livre-se do Transtorno Obsessivo-Compulsivo, publicado pelo selo  Cienbook, do Grupo Editorial Edipro, cita que o TOC é uma condição médica relacionada a um desequilíbrio bioquímico no cérebro.

Ainda em sua obra, Schwartz expõe algumas pontuações importantes.

O que é TOC e o que não é?

TOC – obsessões e compulsões fortes o suficiente para causar uma incapacidade funcional. Como exemplo, armazenamento de lixo por cada metro quadrado da casa.

TPOC (Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsivo) – obsessões mais peculiares ou idiossincrasias. Como exemplo, a pessoa se apega a um objeto e nunca se desfaz dele.

Mensagens falsas

Quem tem TOC deve entender que as mensagens compulsivas são falsas e reordenar o cérebro e corrigi-lo.

Não pressione

Anos de prática e os doentes já sabem esconder a doença. As mudanças podem ser traumáticas e para que eles se controlem, precisam assimilar o que está acontecendo e afastar o pensamento obsessivo, e para isso precisam de tempo.

Essa são algumas das passagens que o dr. Jeffrey M. Schwartz cita em seu TOC: Livre-se do Transtorno Obsessivo-Compulsivo.  Ainda, o conteúdo demonstra os quatro principais passos que abrigam muitas outras dicas para acabar com esse mal que assola mais de 300 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.

<com apoio de informações/fonte: LC Agência de Comunicação >

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