A reserva ovariana é, como o próprio nome já adianta: a reserva de óvulos da mulher. Quando as meninas nascem, elas já possuem em sua reserva ovariana todos os óvulos que irão liberar ao longo da vida.  Ao nascer, estima-se que a reserva ovariana esteja entre 1 e 2 milhões de óvulos. Quando passa pela primeira menstruação, a menina já possui entre 400 e 500 mil.

E com o passar dos anos, o número vai caindo cada vez mais! Isso acontece porque, a cada menstruação, o organismo da mulher disponibiliza cerca de mil óvulos, mas apenas um chega a ovular. Todo o resto é descartado!

Esse é um processo natural e que não pode ser impedido. É por este motivo, entre outros, que com o passar dos anos se torna gradualmente mais difícil para a mulher engravidar. No momento em que ela atinge os 40 anos, seu estoque está praticamente vazio.

O avanço da medicina proporcionou uma oportunidade de sabermos como está a situação da reserva ovariana. Com o mundo moderno e as mulheres cada vez mais empoderadas, muitas vezes dando prioridade à vida profissional e colocando a gravidez como um projeto futuro, é importante ficar a par das condições dessa reserva para que se programem!

Se no auge dos seus 35 anos a sua reserva já estiver muito comprometida e a mulher não tiver uma perspectiva de gravidez, existe a possibilidade de congelamento de óvulos.

Os exames que conseguem medir a reserva ovariana da mulher são o FSH (exame sanguíneo que mede o nível do hormônio folículo-estimulante), a ultrassonografia transvaginal e o exame do hormônio anti-mulleriano.

A Dra. Erica Mantelli é graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição, tem pós-graduação em Medicina Legal e Perícias Médicas e Sexologia/Sexualidade Humana pela Universidade de São Paulo (USP).

 

 

 

 

< com apoio de informações/fonte: Contato Comunicação & Marketing >

IBCC Institucional

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor, entre com seu comentário
Por favor, entre com seu nome agora