Pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça Cidadania, em 115 farmácias e drogarias da capital e de 14 cidades do interior e litoral do estado revela diferenças de até 2.258,82% nos preços dos medicamentos. O levantamento compara os preços entre os genéricos, entre os de referência e também compara a média dos preços entre genérico e referência.

Em Campinas, o medicamento genérico Hidroclorotiazida, 25 mg – 30 comprimidos, foi encontrado em um dos estabelecimentos por R$ R$ 4,01 e em outro por R$ 0,17, uma diferença de 2.258,82%, R$ 3,84 em valor absoluto.

Entre os medicamentos de referência, a maior variação foi em Mauá: o medicamento Aerolin (Sulfato de Salbutamol) – Glaxosmithkline, 2 mg/5 ml – Xarope 120 ml, foi encontrado em um local por R$ 48,90 e em outro por R$ 9,45. O que representa uma variação de 417,46%, e R$ R$ 16,84 em valor absoluto.

A média dos preços dos genéricos em comparação aos de referência (de mesma apresentação), nos municípios paulistas, teve a maior diferença verificada em Mauá: de 63,12%.

Confira a pesquisa completa na cidade de São Paulo, com as listas de remédios e as farmácias de vários bairros, com destaque à Zona Norte é só clicar aqui.

                                            Dicas do Procon-SP

Vários fatores são determinantes de preço neste segmento do mercado:

  • A aplicação de descontos pode variar de acordo com as condições locais de mercado, rentabilidade da loja, condições comerciais de compra;
  • Em algumas drogarias de rede, há políticas comerciais diferentes para cada canal de venda (loja física, telefone e site);
  • Há redes que são regidas pelo sistema de franquia, não havendo necessariamente uma política única de preços entre os franqueados.

Antes de uma criteriosa pesquisa de preço é interessante que o consumidor consulte a lista de Preços Máximos (PMC) dos medicamentos, disponível no site da ANVISA (www.anvisa.gov.br) A consulta também poderá ser efetuada nas listas de preços que devem estar disponíveis ao consumidor nas unidades do comércio varejista, ou seja, nas farmácias / drogarias, conforme determina a Resolução da CMED.

A pesquisa contou com a participação dos Procons municipais de Jundiaí, Campinas, Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá e Mauá. << Com apoio de informações da Assessoria de Comunicação da Fundação Procon-SP


 

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