Todos os anos, em 14 de junho — que aconteceu neste domingo — , países do mundo celebram o Dia Mundial do Doador de Sangue. O evento, criado em 2004, serve para aumentar a conscientização sobre a necessidade de sangue e derivados e para agradecer aos doadores pelas doações voluntárias. A data foi escolhida por conta do nascimento do cientista, Karl Landsteiner, responsável pela descoberta do sistema de grupos sanguíneos ABO.

A transfusão de sangue e produtos derivados do sangue ajuda e salva milhões de vidas todos os anos. Ela pode ajudar pacientes que sofrem de condições de risco de morte a viver mais e com maior qualidade de vida, além de apoiar procedimentos médicos e cirúrgicos complexos.

Menos de 2% da população brasileira é doadora — a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que essa porcentagem esteja entre 3% e 5% para que um país possua um estoque seguro de sangue. Atualmente, de acordo com o Ministério da Saúde, são feitas 3,4 milhões de doações de sangue ao ano no país.  A campanha Junho Vermelho é mais um alerta à sociedade sobre a importância desse ato solidário que pode salvar até quatro vidas numa única doação.

O exemplo do doador Polido === Para José Polido, 66 anos, engenheiro aposentado, doar sangue é um ato de solidariedade e prazer em ajudar quem precisa. “Desde a minha adolescência sou doador de sangue e de plaquetas. Saber que estou ajudando alguém que precisa e que posso fazer a diferença entre vida e morte é muito prazeroso para mim”, diz Polido.  E ele deixa um recado para quem tem vontade, mas ainda não tomou a iniciativa de vez. “Doe a primeira vez e se você se importa com o próximo não vai mais parar de doar”, ressalta.

Da ajuda à esposa, o eterno doador === O pastor Paulo Soares Siqueira, 59 anos, começou a doar motivado pelo fato da  esposa ter sido diagnosticada com um câncer de mama, em 2015, e ter recebido um bom atendimento dos profissionais do Instituto Brasileiro do Controle do Câncer – IBCC Oncologia. “Ela foi recebida e acolhida muito bem por todas as pessoas do hospital e agora já está na etapa final do tratamento”, diz Paulo.

Ele conta que faz a doação de plaquetas todo mês e se sente muito feliz em poder ajudar outras pessoas que precisam. “Sou doador a praticamente 4 a 5 anos e antes fazia a ação em um espaço de tempo de dois em dois meses, mas nos últimos anos passei a fazer todos os meses doar”, conta.

“Poder doar um pouco do que Deus me deu e tem me dado em abundância que é a saúde é muito importante para mim. Saber que muitas pessoas podem sobreviver por causa da minha doação não tem preço para mim”, destaca o pastor ao finalizar que “quem puder e quiser doar deve primeiro buscar as informações para o ato com o próprio IBCC Oncologia; e segundo, saber que para nós que estamos doando é um ato simples, não é complicado é só tirar um pouquinho do tempo e doar um pouco de si mesmo. Depois o próprio organismo criado por Deus tem a capacidade de repor o sangue que já foi doado no meu caso as plaquetas”, encerra.

O estoque baixo === É importante destacar que normalmente no mês de junho, assim como nos demais meses do inverno, alguns bancos de sangue do país registram queda no número de doações de sangue. Agora, com a pandemia de Covid-19, os costumeiros doadores do IBCC Oncologia deixaram de vir por conta das recomendações para que se mantenham no isolamento social.

“A situação esse ano ficou ainda mais agravada em razão da pandemia pelo novo coronavírus que afastou os costumeiros doadores do IBCC Oncologia”, comenta Juliana Lima, coordenadora do Banco de Sangue do IBCC Oncologia. Ela alerta para a queda nas doações de sangue, nos meses de inverno, que fica entre 30 e 40% menor o que acaba por refletir na realização de cirurgias oncológicas.

O coordenador médico do Banco de Sangue do IBCC Oncologia, Dr. Dante Langhi, que é também presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) ressalta que se o doador for tomar algum tipo de vacina, deve doar sangue antes de vacinar.

O Banco de Sangue do IBCC Oncologia está preparado para receber os doadores e, em tempos de coronavírus, disponibiliza esquema especial para evitar aglomerações e manter distâncias seguras entre os doadores.

O telefone para agendar dia e horário da doação e evitar a aglomeração desnecessária é (11) 3474-4280.


Sobre o IBCC Oncologia === É uma rede de serviços especializada em oncologia e em pessoas com câncer. Atua na conscientização, diagnóstico e tratamento do câncer de forma humanizada. Atualmente conta com 4 unidades, sendo a primeira inaugurada há 51 anos na Mooca e outras no Jaçanã, Formosa e Vila Mariana. A partir do insight de que ninguém quer viver o câncer sozinho, o IBCC Oncologia reescreve sua missão com a promessa de cuidar de pessoas, histórias e vidas.

Contato 

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  • Telefones: (11) 3474-4222 e (11) 3777.1280
  • SAC: (11) 3474.4220
  • Agendamento: (11) 3474.4200
  • Endereço: Av. Alcântara Machado, 2576 Mooca São Paulo (SP) – CEP: 03102-002

Horário de funcionamento: 

  • 2ª a 6ª – 8 às 15 horas; sábados – 8 às 13 horas
  • aos feriados informe-se pelo telefone: (11) 3474 4280 ou WhatsApp (11) 99366-4030 – Para doações em grupo ligue e agende.

=== <<<Com apoio de informações/fonte: Assessoria de Imprensa IBCC Oncologia – Selma Orosco Roloff  >> == DiárioZonaNorte é o único veículo jornalístico que reconhece e dá crédito aos profissionais de Assessoria de Imprensa / Relações Públicas / Agências —que muito trabalham nos bastidores da notícia >>>

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