São Paulo, anos 80. O Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV.

A coragem === Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

Os problemas === Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs.

O carisma e opinião forte === Mulher vanguardista, Hebe marcou época com seu carisma, estilo e opinião, tornando-se uma das apresentadoras de maior audiência do país. Com Andréa Beltrão loiríssima no papel-título, o filme mostra os bastidores. Com roteiro de Carolina Kotscho e direção de Maurício Farias, “Hebe – A Estrela do Brasil” tem no elenco, além de Andréa, Marco Ricca, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes e Caio Horowicz, entre outros.

O filme === “Hebe, A Estrela do Brasil” é uma cinebiografia da apresentadora e cantora Hebe Camargo chega aos cinemas na semana que vem (26/09/2019).  Antes disso,  a cinebiografia foi uma das atrações da mostra competitiva de longas da 47ª edição do Festival de Gramado, em agosto passado.


Assista ao trailer do filme:


Ficha Técnica

Hebe, A Estrela do Brasil 

Distribuição:  Loma Filmes, Warner Bros. Pictures

Direção: Maurício Farias / Roteiro: Carolina Kotscho / Roteiro: Carolina Kotscho / Produtora:  Carolina Kotscho, Clara Ramos, Heloisa Jinzenji / Produtor: Claudio Pessuti, Lucas Pacheco, Fernando Nogueira, Renato Klarnet / Produção Associada: José Alvarenga Jr. / Produção Executiva: Clara Ramos / Direção de Fotografia: Inti Briones / Montagem: Fernanda Franke Krumel, Joana Collier / Direção de Produção / Renata Artigas / Direção de Arte / Luciane Nicolino / Figurino: Antonio Medeiros / Maquiagem: Simone Batata / Produção de Elenco: Andréa Imperatore, Alessandra Tosi / Som Direto: Gabriela Cunha / Desenho de Som: Daniel Turini, Fernando Henna / Mixagem: Gustavo Garbato / Trilha Sonora Original: Branco Mello, Emerson Villani / Finalização: O2 Pós / Coprodução: Hebe Forever, Labrador Filmes, 20th Century Fox e Globo Filmes.

Elenco:  Andréa Beltrão (Hebe Camargo), Marco Ricca (Lélio Ravagnani), Caio Horowicz (Marcelo), Danton Mello (Claudio Pessutti), Gabriel Braga Nunes (Décio Capuano)

Gênero: cinebiografia / Duração: 2 horas / Idioma: Português / Cor: colorido / Classificação indicativa: 10 anos / País: Brasil / Ano de Produção: 2019 / Lançamento: 26/09/2019 (6ª feira e três dias após, no domingo, aniversário da morte há 7 anos — e estaria completando 90 anos de idade).


=== <<<Com apoio de informações/fonte: Assessoria de Imprensa Globo Filmes/Roberta Margarit >> == DiárioZonaNorte é o único veículo jornalístico que reconhece e dá crédito aos profissionais de Assessoria de Imprensa / Relações Públicas / Agências —que muito trabalham nos bastidores da notícia >>> ===


Informações/Histórico

Nome: Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani – Nascimento: Taubaté/SP em 08/03/1929 – Morte: 29/09/2012 (83 anos) – Funções: cantora, radialista, humorista, apresentadora de televisão e atriz –  Tida como a “Rainha da Televisão Brasileira”, iniciou sua carreira como cantora de rádio, ainda na década de 1940, na Rádio Tupi. Lançou suas primeiras canções em 1950, “Oh! José” e “Quem Foi que Disse”. Já conhecida como “A estrela de São Paulo”, a principal estrela do rádio da cidade, foi convidada a integrar o grupo que foi ao porto da cidade de Santos buscar os equipamentos para dar início a primeira rede de televisão brasileira, a Rede Tupi.  Foi convidada por Assis Chateaubriand para participar da primeira transmissão ao vivo da televisão brasileira ainda no ano de 1950. Em 1955, Hebe iniciou o primeiro programa feminino da TV brasileira, “O Mundo é das Mulheres” dirigido por Walter Forster  e em 1959 lança seu primeiro disco, “Hebe e Vocês”. Hebe era considerada a maior entrevistadora do Brasil, tendo entrevistado diversas personalidades como Neil Armstrong, Edith Piaf, Christian Barnard, Amália Rodrigues e Júlio Iglesias ainda nas décadas de 1960 e 1970.

Em 1964 se afasta da televisão para dar à luz ao filho Marcello Capuano, a pedido do marido Décio Capuano. Neste ano, interpreta duas regravações com sucesso absoluto nas rádios de todo Brasil, “Andorinha Preta” e “Paz do Meu Amor”. Retorna à televisão pela Record TV em abril de 1966, após vários convites e a contragosto do marido, com o programa “Hebe”,  que permaneceu mais de 40 anos no ar em diversas emissoras e estabilizou a apresentadora como a “Rainha da Televisão Brasileira”. Na década de 1970 consagrou-se como uns dos programas de maior sucesso da televisão, com média de 70% de audiência. Em 1974 o programa é transferido para a Rede Tupi, saindo do ar em 1975 e retornando pela Rede Bandeirantes em 1979. Em 1986 o programa estreou no SBT, onde permaneceu por 25 temporadas. As duas últimas temporadas do programa foram veiculadas pela RedeTv!.

Hebe morreu em 29 de setembro de 2012, em São Paulo  aos 83 anos após sofrer uma parada cardiorrespiratória de madrugada, enquanto dormia. O corpo foi velado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado de São Paulo e sepultado no Cemitério Gethsêmani. Em homenagem à artista, uma avenida em São Paulo ganhou seu nome, a Avenida Hebe Camargo, na Zona Sul (Parque do Morumbi). <<Wikipédia>> === Mais informações – veja aqui.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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