O grupo Arena Circus  — Complexo Integrado de Artes Circenses, com sede na Zona Norte  de São Paulo, apresenta-se neste sábado (07/09/2019), das 11h30 às 12h15,  na Pinacoteca do Estado de São Paulo no palco aberto do artista tailandês Rirkrit Tiravanija (*), com apresentação especial demonstrando alguns números e aparelhos (em pocket show) do espetáculo “Magnific”. (*) até 28 de outubro acontece na Pinacoteca, aos sábados, a exposição coletiva “Somos muit+s: experimentos sobre coletividade”, que investiga a prática artística como exercício coletivo — com inscrições abertas ao público e grupos artísticos.

Nas apresentações oficiais, com espetáculo de duas horas, a proposta é levar ao público a magia do circo inspirado no teatro de revista. O espetáculo “Magnific”, por exemplo, é inspirado em números clássicos do mundo do circo, com toque de luxo e modernidade na produção e coreografias. No espetáculo há abertura de corpo de baile clássicas atrações artistas, cenário inovador e muita criatividade, mantendo a nostalgia, a arte e claro, a alegria, que fazem parte do Magnífico!

Apresentamos, os espetáculos === Com a proposta de relembrar o glamour e a alegria do circo das décadas de 40 e 50, o Grupo Arena Circus – Complexo de Artes Circenses apresenta seu novo espetáculo, o “Gran Arena”. Em apresentações oficiais e integrais, mostra-se com cenários totalmente retrô e atrações marcantes e enigmáticas de época.  Além de arrebatar multidões, ainda causava furor por dias nas cidades em que o circo se instalava. Para esta nova apresentação, adaptada e atualizada, o público  poderá  assistir as performances de clássicos circenses:  mulher barbada, domador, atirador de facas, bailarina na corda bamba, cigana com bambolês, acrobata no monociclo, equilibrista nos malabares, trapezista na corda indiana, engolidor de facas, mágico e rumbeiras (dançarinas).

“Emoção de perto, olho no olho” === “Nesta época não existiam muitas possibilidades de arte e onde o circo chegava, além da plateia cheia e disputada, tinha muita alegria, suspense e o glamour das personalidades circenses. O olhar das pessoas não desgrudava dos artistas e o assunto rendia para muitos dias de bate papo nas cidades. Queremos resgatar essa magia do Circo, fazer com que as pessoas deixem a tecnologia de lado – mesmo que por duas horas – e possam sentir a emoção de perto, olho no olho, como dizemos”, comenta Viviane Rabelo, diretora do Arena Circus e produtora do espetáculo.

A “Gran Arena” tem classificação etária livre e é indicada para todos que gostam de arte, sobre tudo àquela realizada por pessoas e suas habilidades. “Saudosistas de plantão e ou os mais modernos vão se encantar com as atrações e com a proposta do espetáculo, que foi pensado e concebido como os das décadas de 40 e 50.  Uma oportunidade única de ‘voltar no tempo’ dentro da arte e entregar-se a alegria que só o circo pode proporcionar”, finaliza Viviane Rabelo.

 

Onde tudo começou === A história do circo no Brasil começa no século XIX com famílias e companhias ciganas vindas da Europa. Entre suas atividades incluíam-se o adestramento de animais selvagens, o ilusionismo, as exibições com cavalos e atrações que desafiavam a vida. Há relatos de que eles usavam tendas e nas festas sacras, havia bagunça, bebedeira, e exibições artísticas, incluindo teatro de bonecos. Eles viajavam de cidade em cidade, e adaptavam seus espetáculos ao gosto da população local.  O circo com suas características, em geral itinerante, existe no Brasil a partir dos fins do século XIX. Instalando-se na periferia das grandes cidades e voltado para as classes populares, sua modernização não se deu em termos de espaços e equipamentos: investe no elemento humano, suas destrezas, habilidades e criatividade. Por isso, os palhaços são as figuras centrais, dependendo deles o sucesso do circo.

O circo brasileiro tropicalizou algumas atrações. O palhaço brasileiro falava muito, ao contrário do europeu, que era mais mímico. Era mais conquistador e malandro, seresteiro, tocador de violão, com um humor picante. O público também apresentava características diferentes: os europeus iam ao circo apreciar a arte; no Brasil, os números perigosos eram as atrações: trapézio, animais selvagens e ferozes.

SINOPSE DO SHOW:

  • Coreografia inicial: todos os artistas
  • Apresentador: dono do circo
  • Cigana: equilibrista com bambolês
  • Siamesas: duble lira
  • O homem todo tatuado: número passeio aéreo
  • Dama dos ares: trapezista
  • Bailarina: equilíbrio sobre o arame
  • Mulher cobra: contorcionista e aerelista corda indiana
  • Mulher barbada: cômica
  • O homem forte: cômico
  • Equilibrista: equilíbrio sobre o monociclo e rola rola
  • Acrobata:  paradas na cadeira
  • Coreografia final: todos os artistas

FICHA TÉCNICA == Alfredo Muñoz (equilibrista e direção), Lincoln Martins (acrobata aéreo), César Rodrigues (apresentador), Viviane Figueiredo (mulher barbada), Cinthya Rodrigues  (acrobata), Jacqueline Gomes (contorcionista), Guemera Jorge (aramista), Viviane Rabelo  (acrobata e direção), Ozeas Barros (cenógrafo e figurinista), Solange Ferreira (coreógrafa), Bruna Moretti (sonoplastia) e Kenny Rogers  (iluminador).


Quem dirige === Viviane Rabelo e Alfredo Muñoz são acrobatas tradicionais renomados e trabalharam em grandes circos: Circo Beto Carrero, Circo Garcia, entre outros. Consagrados com prêmios como Fomento ao Circo 2015 e 2016 (Secretaria de Municipal de Cultura), Prêmio Caixa Carequinha 2014 (Funarte), ProAC 2013, e com grande participação na mídia televisiva nos programas: Domingão do Faustão e Programa Silvio Santos, além de outros. Em 2010 montaram o “Grupo Arena” e realizaram vários espetáculos Brasil à fora com Brasilidades no Picadeiro, Fantasy e Magnific apresentando em shows e eventos. Participaram do Festival Paulista de Circo (todas as edições), Festival Internacional de Circo no SESC (2013), Oficinas e show – Sescs, Noite de Gala do Circo no Teatro Municipal (2014), Virada Cultural Paulistana (2013, 2014 e 2015), e finalista ao prêmio Governador do Estado de São Paulo (2014). Em 2015 Arena Circus promoveu o 1° Festival De Escolas de Circo de São Paulo, Virada Cultural,Circuito Cultural Paulista, Teatro Vivo (Teatro Sergio Cardoso), Circuito Sesc de Artes roteiro 8 – 2016, Virada Cultural no Sesc Dom Pedro e Virada Cultural Paulistana (APAA). O grupo tem uma linguagem tradicional com conceitos modernos, atualização de cenários figurinos e produção de números inéditos.


Serviço

  • Performance cultural: Pocket show do espetáculo “Magnific”, do Grupo Arena Circus
  • Programação:   Sábado: 07/09/2019, das 11h30 ao 12h15
  • Evento: “Somos muit+s: experimentos sobre coletividade”, coletiva com curadoria de Amanda Arantes, Fernanda Pitta e Jochen Volz.
  • Local: Pinacoteca de São Paulo (Pina Luz)
  • Endereço:  Praça da Luz, 2 – Luz, São Paulo – Informações: (11) 3324-1000
  • Transportes: Metrô-Linha Azul (Estação Tiradentes) e Ônibus (Av. Tiradentes).
  • Apresentação: Gratuita

O que faz o Grupo Arena Circus Complexo de Arte Circense, === Além de apresentações e shows, oferecem aulas para crianças, jovens e adultos no espaço adaptado e apropriado para a prática de atividades físicas circenses: lira, trapézio, tecido, cama elástica, monociclo, equilíbrio, arame, contorcionismo, entre outras atrações.

  • Localização: Rua Tambaú, 23, Imirim, Zona Norte, São Paulo – SP
  • Mais informações  e contratar os espetáculos:  (11)- 2236-6796 / 94958-3571
  • Contato: Viviane Rabelo
  • Midias: contato@arenacircus.com.br / www.arenacircus.com.br
  • Facebook: Arena Circus (@arena.circus.1)

Pinacoteca do Estado de São Paulo ===  A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo é o museu de arte mais antigo da cidade.  Ela está instalada no antigo edifício do Liceu de Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, que depois passou por uma ampla reforma com projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha no final da década de 1990. O acervo original da Pinacoteca foi formado com a transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva. Com o passar dos anos formou um significativo acervo, com quase 10 mil e 300 obras.


<< Com apoio de informações/fonte: JCG Comunicação/Carina Gonçalves >>

LimpaSP – estréia

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