Com o pagamento da primeira parcela da Participação nos Resultados (PR), a greve dos metroviários de São Paulo, cogitada pela categoria para acontecer nesta 3ª feira (10/03/2020), foi descartada pela categoria. Mesmo a assembleia prevista para 2ª feira (09/03/2020) não foi realizada, diante do cumprimento da chamada “cláusula de paz” proposta na semana passada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) à Companhia do Metropolitano e ao sindicato da categoria.

Os trabalhadores ameaçavam interromper atividades diante do impasse sobre o pagamento da PR e devido a mudanças em relação ao adicional de periculosidade, entre outras questões.

A PR foi objeto de julgamento no próprio TRT em 2019, quando foi determinado que a Companhia do Metropolitano pagasse no mínimo o valor do ano anterior, corrigido pelo IPC-Fipe. Mas em janeiro deste ano a empresa conseguiu liminar no Tribunal Superior do Trabalho (TST), levando os metroviários a decretar greve.

O desembargador Davi Furtado Meirelles presidiu audiência de conciliação na 2ª feira (03/03/2020), propondo que a empresa suspenda alterações contratuais relativas ao adicional de periculosidade e à mudança de turnos, até que haja acordo sobre esses itens.

Durante o encontro, a companhia disse ser possível o pagamento de um mínimo de R$ 3.142,98 a cada funcionário, o que ocorreu nesta 2ª feira (09/03). Diante disso, o sindicato suspendeu a assembleia desta noite, que discutiria a possível greve.

As conversas, no entanto, vão continuar na próxima 2ª feira (16/03/2020), em nova audiência no TRT, a partir das 15h. Entre as questões que devem ser discutidas, está a do pagamento da segunda parcela do adicional. << Com apoio de informações/fonte: Rede Brasil Atual >>

LimpaSP – estréia

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