Greve dos motoristas de ônibus urbanos de São Paulo está marcada para a próxima 5ª feira (23/05/2019). O prefeito da cidade não atendeu os representantes do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo – Sindmotoristas, conforme prometido na semana passada.

Por determinação do prefeito, o ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) e vereador, Milton Leite (DEM) assumiu a responsabilidade de mediar uma negociação entre a direção do Sindmotoristas e o setor patronal a fim de que seja atendida a pauta de reivindicações da categoria (motoristas, cobradores e trabalhadores da manutenção).

Na reunião, realizada  nesta 2ª feira (20/05/2019), o vereador deixou o presidente licenciado do sindicato e deputado federal Valdevan Noventa, o presidente em exercício Valmir Santana da Paz (Sorriso) e o secretário geral Francisco Xavier da Silva (Chiquinho), bastante esperançosos com os próximos encaminhamentos do Poder Público para solucionar o impasse.

Milton Leite mostrou, mais uma vez, que está do lado dos trabalhadores e que é sensível às suas demandas por considerá-las justas. “Os empresários de ônibus, sempre preocupados em garantir seus lucros, só enxergam o lado deles e não medem as consequências das suas atitudes egoístas e gananciosas”.

Representando o Sindmotoristas, o deputado federal Valdevan Noventa ressaltou que o descaso e a negligência dos patrões com uma questão tão relevante pode penalizar diretamente 50 mil condutores e 4 milhões de usuários do transporte público, no caso de uma eventual paralisação do sistema.

Os dirigentes sindicais disseram ainda que, na assembleia do dia 16, mais de 8 mil trabalhadores aprovaram a greve para o dia 23. Portanto, o Poder Público e os empresários devem correr, porque o tempo é curto, um acordo tem que acontecer antes deste movimento de luta. <<N.R.: Releia a reportagem “Motoristas de São Paulo decidem por greve geral no dia 23” — clique aqui >>

Milton Leite foi enfático ao afirmar que, até 4ª feira (22/05/2019), colocará um ponto final no problema. “Não tenho dúvidas que, pensando no melhor para todos os envolvidos, principalmente, os trabalhadores em transportes e a população, vamos encontrar uma solução definitiva para o caso, afinal São Paulo não pode parar”. << Com apoio de informações/fonte: Ass. Imprensa-Sindimotoristas >>

45 anos Andorinha

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