O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta 6ª feira (05/04/2019) que decidiu não adotar o horário de verão este ano. Segundo ele, a decisão foi baseada em um parecer do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que aponta pouca efetividade na economia energética.

Segundo o presidente, o levantamento trouxe um parecer 100% favorável ao fim do horário de verão. No parecer,  o horário de verão não causa economia de energia  para o país e  mexe no relógio biológico das pessoas. E acaba atrapalhando a economia, em parte. E o presidente acrescentou que “só temos o que ganhar, no meu entender, mantendo o horário como está”, logo após participar da inauguração do espaço de atendimento da Ouvidoria da Presidência da República, no Palácio do Planalto.

O que acontecia === No ano passado, estudos da Secretaria de Energia Elétrica (SEE), do Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), apontaram que em termos de economia de energia, a medida não tem sido mesmo eficiente, já que os resultados alcançados foram próximos à “neutralidade”. O horário de verão foi criado em 1931 com o intuito de economizar energia, a partir do aproveitamento de luz solar no período mais quente do ano, e tem sido aplicado no país, sem interrupção, ao longo dos últimos últimos 35 anos.

Normalmente, o horário de verão ocorre entre outubro e fevereiro, quando os relógios devem ser adiantados em uma hora, e vigora nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. << Com apoio de informações da Empresa Brasil de Comunicação-EBC / por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil / Brasília >>

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