A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico brasileiro, anunciou no aniversário da cidade de São Paulo o investimento de R$ 12 milhões para a restauração do Museu do Ipiranga, fechado desde 2013. A Empresa, por meio do apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é a primeira a fechar um contrato com a Universidade de São Paulo (USP) para apoiar a reforma do Museu. A obra tem duração prevista de 30 meses e a reinauguração está programada para 2022.

“Estamos em um momento histórico que é a aproximação do marco do bicentenário da Independência do Brasil. Como maior investidor português no País, não podiamos deixar de estar presentes em um evento tão importante, junto ao Governo do Estado e à USP. O Museu do Ipiranga é um patrimônio que conecta a memória de Portugal e Brasil, e está no coração do povo brasileiro,” afirma Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

Composto por um acervo de mais de 450 mil peças, entre objetos, documentos iconográficos e textuais de até meados do século XX, o Museu do Ipiranga é fundamental para a compreensão da sociedade brasileira. O Museu foi aberto ao público em 1895 no edifício-monumento que ficou pronto em 1890. O prédio de arquitetura neoclássica marca o local onde teria acontecido a proclamação da Independência do Brasil, realizada em 1822, por D. Pedro I, às margens do riacho Ipiranga. Uma das obras mais conhecidas de sua coleção é o quadro Independência ou Morte, pintado em 1888 pelo artista Pedro Américo. Fechado desde 2013, esse espaço cultural recebia uma média de 350 mil visitantes anuais.

“Estamos esperançosos de que outras empresas se juntem a nós e façam parte deste grupo empresarial que apoiará a reconstrução do Museu do Ipiranga“, acrescenta o CEO da EDP.

O Museu Paulista, popularmente conhecido como Museu do Ipiranga, é um órgão da Universidade de São Paulo, integrado desde 1963, sendo considerado uma instituição científica, cultural e educacional com atuação no campo da História. Sua curadoria tem como foco a formação e a ampliação de coleções (por meio de doações, aquisições etc), sua conservação física, seu estudo e documentação de seus arquivos. Dessa forma, o Museu disponibilizará acesso ao seu conteúdo através de exposições, cursos, programas educativos e publicações.

Compromisso com o patrimônio histórico brasileiro

A EDP acredita em apoiar a cultura e a arte dos países que falam português e evidenciam a riqueza e a diversidade do idioma, o mais usado no hemisfério sul do planeta. A valorização da língua é uma das bandeiras da Companhia, que garantiu o maior patrocínio à reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo: um investimento de R$ 20 milhões até 2019.

Para levar a experiência do Museu a todo o País, a EDP criou a exposição itinerante “A Energia da Língua Portuguesa”. Instalada em um caminhão, a mostra rodou o Brasil, levando cultura e informação sobre a língua a mais de 23 mil visitantes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia e Ceará. Ainda nessa frente, a Empresa foi apoiadora cultural da 25ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo e co-patrocinadora da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP).

Sobre a EDP Brasil

Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Geração, Distribuição, Transmissão, Comercialização e Serviços de Energia. Possui seis unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica, e atende cerca de 3,4 milhões de clientes pelas suas Distribuidoras em São Paulo e no Espírito Santo. Recentemente, tornou-se a principal acionista da CELESC, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 13 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

<com apoio de informações/fonte:S/A LLORENTE & CUENCA >

crédito fotos: divulgação

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