No Dia Nacional da Mamografia, 5 de fevereiro, o Hospital de Amor (atual nome do Hospital de Câncer de Barretos) faz um alerta para a importância da mamografia.  O câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil e no mundo. Os números são alarmantes: em 2019, foram diagnosticados 59.700 novos casos da doença em território brasileiro, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Segundo Silvia Sabino, médica radiologista da instituição, com o diagnóstico precoce, a chance de cura é de 95% para os casos de tumor de mama. “Realizar os exames preventivos, como a mamografia, é fundamental para descobrir a doença ainda nas suas fases iniciais, momento em que o tratamento é mais eficaz e menos agressivo, o que permite retomar o mais rapidamente possível para a sua vida habitual de mãe, esposa, mulher e profissional.”

Pesquisa === Estudo realizado pelo Hospital de Amor entre os anos de 1995 e 2000, na região de Barretos, aponta que 17,5% das mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama em fase inicial e 70% já estavam com a doença em estágio avançado.

Com o trabalho da instituição em programas de exames preventivos periódicos, nenhum caso em estado avançado foi registrado na mesma região do interior paulista, entre os anos 2013 e 2018.

O Hospital de Amor realizou, só em 2019, 207.026 mamografias em suas 16 unidades fixas e 26 unidades móveis. Segundo a médica radiologista Silvia Sabino, dados parciais do ano passado mostram que foram diagnosticados 1.028 casos de câncer de mama, mas este número deve ser ainda maior. “Em 2018, tivemos 1.296 cânceres diagnosticados, mas esperamos uma elevação na incidência em 2019, pois o número de mulheres atendidas aumentou com a ampliação da estrutura do Hospital de Amor, com novas instalações para o trabalho de prevenção e a inauguração de seis unidades.”

Prevenção ===  O exame de mamografia deve ser realizado dentro da rotina de cuidados por mulheres sem sintomas entre 40 e 69 anos. “A mulher com lesão pequena que não produz sintomas que mais se beneficia do diagnóstico precoce. De qualquer maneira é importante ficar atenta aos principais sinais de alerta para o câncer de mama que são nódulo palpável, saída de secreção transparente ou com sangue pelo mamilo, retrações de pele ou mamilo, ou inflamação na mama fora do período de amamentação, para os quais é necessário procurar o médico”, explica a médica. << Com apoio de informações/fonte: GBR Comunicação – Grasiel Caldeira >>


Mais sobre a importância do exame

O Dia Nacional da Mamografia foi adotado para a conscientização da importância do exame. O câncer de mama é o tumor maligno mais incidente entre as mulheres, principalmente nas idades de 40 a 60 anos. A Dra. Vivian Milani, médica radiologista da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi), alerta que muitos tumores mamários não são palpáveis ou dolorosos, por isso a necessidade de ações preventivas para uma análise precoce.
“A mamografia é capaz de detectar lesões muito pequenas, de milímetros, imperceptíveis à palpação. Quando uma alteração é detectada inicialmente, como, por exemplo, nódulos, as chances de cura são muito maiores”, explica a especialista.
O exame deve ser realizado anualmente em mulheres a partir dos 40 anos, ainda que assintomáticas. Contudo, se a paciente tiver fator de risco, como casos na família de câncer de mama, é necessário iniciar o rastreamento precoce. Nesses casos, é indicado iniciar o acompanhamento 10 anos antes da idade que a familiar apresentou a doença.
A realização da mamografia é recomendada após o período menstrual, quando as mamas estão menos sensíveis e inchadas, aponta a Dra. Vivian. “As pacientes que não menstruam mais e apresentam muita sensibilidade ao exame devem informar a técnica de mamografia, o quão sensível são suas mamas e com certeza uma atenção especial será dada. Lembre-se: o exame é muito rápido e os benefícios são inúmeros.”
Sobre a FIDI ===  A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização. Com 2.500 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI realiza anualmente 5 milhões de exames entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raio-X e densitometria óssea. <<Com apoio de informações/fonte: máquinacohn&wolfe |Comunicação /  Stephanie Sebroeck >>

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