O Ministério da Saúde informou nesta 6ª feira (31.01.2020) que o número de casos considerados suspeitos de coronavírus subiu para 12 no Brasil. Nas últimas 24 horas, houve um aumento de seis novos casos em investigação, enquanto outras três suspeitas foram completamente descartadas.

Os casos suspeitos estão em cinco estados: Ceará (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (1) e São Paulo (7). Os casos suspeitos no Rio de Janeiro e Minas Gerais, que constavam no último relatório, foram descartados pelas autoridades de saúde. O balanço apresentado em coletiva de imprensa foi fechado às 12h de hoje.

Em todo o mundo, já são mais de 9,9 mil pessoas infectadas pelo coronavírus, sendo que 99% dos casos confirmados estão na China. Do total de casos da doença, 1,3 mil são considerados graves. O número de mortes já passa de 200, apenas na China. De acordo com o Centro de Controle de Doenças da China, o coronavírus já foi detectado em 26 países. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia declarado estado de emergência global  em razão da disseminação do coronavírus.

HISTÓRICO= Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.

A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da OMS na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês. <<Com apoio de informações/fonte: Empresa Brasil de Comunicação-EBC/por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil /  Brasília>>


        Os cuidados com o coronavírus no Aeroporto de Guarulhos

Apesar de o Brasil não ter até o momento nenhum caso confirmado de pessoas infectadas com a doença, a cidade de Guarulhos, por ser a principal porta de entrada do país, já que 70% dos passageiros provenientes de países asiáticos ingressam no Brasil pelo aeroporto local, precisa estar atenta para que todos os protocolos médicos definidos sejam imediatamente adotados. Neste sentido, Guti já esteve na última 4ª feira (29/01) em reunião, em Brasília, com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Agora, ele estreita as relações com a administração do aeroporto e com a Anvisa.  Aconteceu nesta 6ª feira (31/01/2020)  o encontro do prefeito de Guarulhos, Guti, no Aeroporto Internacional de Guarulhos com representantes da concessionária que administra o aeroporto, a Gru Airport; a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Polícia Federal no combate ao coronavírus, que vem se espalhando para diversos países a partir da China, onde cerca de 260 pessoas já vieram a óbito.

Durante o encontro, Guti ouviu do CEO da Gru Airport, Gustavo Figueiredo, e do diretor de Operações da empresa, comandante Miguel Dau, que o Aeroporto de Guarulhos já está realizando todas os protocolos necessários para inibir o contágio, em primeiro lugar dos trabalhadores que atuam no local, principalmente aqueles que têm contato direto com passageiros oriundos de viagens internacionais. A chefe do posto da Anvisa no aeroporto, Elisa Boccia, detalhou os procedimentos que já estão sendo realizados. “Os funcionários da Gru Airport, de empresas terceirizadas, da Receita Federal e da Polícia Federal estão orientados a usar os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), como máscaras e luvas”.

Elisa lembrou que o momento não é de pânico, já que a situação segue sob controle, mas que é necessário que todos os agentes públicos fiquem atentos à evolução da doença. “Neste momento, uma das principais armas que temos é a informação correta. Há muitas fake news sendo espalhadas com o objetivo de gerar o caos. A população precisa atentar para só acreditar em fontes oficiais”, explicou.

Guti reiterou a necessidade de Guarulhos acompanhar a situação de perto e colocou à disposição dos demais agentes envolvidos a estrutura da Secretaria Municipal de Saúde nas ações de combate à possível proliferação do coronavírus. “Muitos trabalhadores do aeroporto são moradores de Guarulhos. Vamos acompanhar de perto as ações para impedir que nossa população venha a ser atingida”, disse. <<Com apoio de informações/fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Guarulhos >>


      Laboratório lança kits para detecção do novo coronavírus

Focada em colaborar com pesquisadores e laboratórios para agilizar a identificação de pacientes infectados com o novo coronavírus, a Roche acaba de lançar no Brasil kits prontos para detecção rápida do coronavírus chinês. O LightMix® Modular é uma solução molecular RUO (research use only) pronta para uso, dedicada a pesquisadores e laboratórios, que permite a rápida detecção de vírus por qPCR (reação em cadeia da polimerase em tempo real).

Compostos por reagentes específicos para a detecção do subtipo chinês, os kits LightMix® Modular da Roche trazem qualidade e confiança, dando autonomia aos laboratórios para a realização de testes moleculares. Dadas as sequências limitadas de vírus disponíveis, três ensaios são usados para detectar o coronavírus 2019-CoV (gene E,RdRp e gene N), em linha com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) . Com o lançamento, a Roche reforça seu compromisso com a inovação constante e dá o primeiro passo para ampliar o acesso de pesquisadores e laboratórios às soluções de ponta, que permitem agilizar a identificação e melhorar a gestão das pessoas infectadas.

Nomeado oficialmente de 2019-nCoV, o novo vírus identificado na China causa infecções respiratórios em seres humanos e em animais, com sintomas clínicos similares ao de uma gripe, provocando febre, tosse e dificuldade para respirar. O número de mortes chegou a 170 e mais de 7 mil pessoas já foram infectadas.A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar como “elevado” o risco internacional de contaminação pelo novo coronavírus.

Além dos ensaios de qPCR, a Roche possui um painel de sequenciamento de nova geração (NGS), o VirCapSeq, que permite analisar e classificar com precisão e segurança 207 vírus, entre eles adenovírus (febre hemorrágica) e coronavírus.

Sobre a Roche ===  A Roche é uma empresa global, pioneira em produtos farmacêuticos e de diagnóstico, dedicada a desenvolver avanços da ciência que melhorem a vida das pessoas. Combinando as forças das divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a Roche se tornou líder em medicina personalizada – estratégia que visa encontrar o tratamento certo para cada paciente, da melhor forma possível. É considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, com medicamentos verdadeiramente diferenciados nas áreas de oncologia, imunologia, infectologia, oftalmologia e doenças do sistema nervoso central. É também líder mundial em diagnóstico in vitro e tecidual do câncer, além de ocupar posição de destaque no gerenciamento do diabetes. Mais informações: www.roche.com.br. << <<<Com apoio de informações/fonte: InPress PNI Comunicação/Vanessa Serafim >>


   Mais exames para detectar o coronavírus, no Brasil

Preocupado com o aumento dos casos e com uma possível chegada do vírus ao Brasil, que apesar de algumas suspeitas não teve nenhum caso confirmado até o momento, o laboratório brasileiro DB Molecular, em Curitiba (PR), unidade especializada do Diagnósticos do Brasil focada em biologia molecular e genética, desenvolveu um exame exclusivo para a identificação do novo coronavírus, que agora poderá ser detectado de maneira muito mais rápida e eficaz, em apenas 10 dias. O exame 2019-nCov, que estará disponível em todo o país em até uma semana, pode ser encontrado em mais de 6.000 laboratórios credenciados ao Diagnósticos do Brasil.

A partir de informações disponibilizadas das sequências do genoma viral foi desenvolvida uma série de ensaios de amplificação em cadeia que foi adotada por laboratórios associados ao Center for Disease Control and Prevention (CDC) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para detectar casos no país. “Laboratórios de referência estão atualmente trabalhando em uma estratégia de detecção molecular que incluirá um teste de amplificação capaz de detectar e identificar o novo vírus”, comenta Nelson Gaburo, gerente geral do DB Molecular.

A situação em relação a gravidade das infecções por 2019-nCoV ainda não está clara. Ainda que o número de mortes relacionadas às infecções esteja crescendo rapidamente, assim como o número de quadros respiratórios graves. “Informações disponíveis ainda são limitadas tornando difícil a caracterização do espectro de doenças clínicas associadas ao 2019-nCoV. Isso torna os exames de detecção ainda mais importantes”, detalha Nelson. Para aumentar a probabilidade de detectar a infecção 2019-nCoV, é recomendada a coleta e teste de várias amostras clínicas diferentes incluindo amostras respiratória inferior, respiratória superior e soro. << Com apoio de informações/fonte: P + G Comunicação Integrada /  Stphnny Pfaffenzeller Emmerich >>


 

LimpaSP – estréia

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