7ª e 8ª reportagens === A menos de um mês do início da Copa do Mundo da Rússia, o DiárioZonaNorte  está publicando um apanhado especial com o resumo sobre as seleções da Copa do Mundo-2018, com apoio da Agência do Rádio Mais. Nele, não vão faltar informações da história, curiosidades, prognóstico para o torneio e os principais destaques das 32 seleções que irão disputar a maior competição de futebol do mundo.


7ª reportagem === Egípcios estão no grupo A, junto com Rússia, Arábia Saudita e Uruguai ===  País conhecido pelas esfinges, pirâmides e faraós, o Egito volta a disputar uma Copa do Mundo após 28 anos. Esta será a terceira participação da seleção heptacampeã da Copa Africana de Nações, que só jogou as edições de 1934 e 1990, curiosamente ambas na Itália. Os egípcios tiveram o melhor desempenho na primeira participação, quando terminaram o Mundial em 13º lugar, após caírem nas oitavas de final.

Agora, a seleção do Egito chega com moral na Copa da Rússia. A seleção foi bem nas Eliminatórias da África, terminando na primeira posição. Ao todo, foram quatro vitórias, um empate e uma derrota, na chave que contava ainda com Uganda, Gana e Congo. Foram oitos gols marcados e quatro sofridos, com aproveitamento de 72%. Por conta do desempenho na disputa continental por uma vaga na Copa, os torcedores e a imprensa local acreditam que o Egito pode brigar pelo segundo lugar no grupo A do Mundial, que tem Rússia, Uruguai e Arábia Saudita. Comandados pelo técnico argentino Héctor Cúper, os egípcios apostam suas fichas em jogadores experientes como Ramadan Sobhi, Mohammed Elneny e Sam Morsy, que atuam em uma das principais ligas europeias: o campeonato inglês.

Elneny, meio-campo do Arsenal, aparece entre os 29 pre-convocados, mas ainda é presença incerta na Copa porque se recupera de lesão. E a convocação final de Cúper pode quebrar um recorde. Isso porque o goleiro Essam El Hadary está entre os pré-selecionados, e se não for cortado, será o jogador mais velho a disputar uma Copa do Mundo, com 45 anos.

A esperança egípcia também joga na terra da Rainha, onde principal jogador da seleção começou a brilhar. Com 25 anos, Mohamed Salah carrega a fé de seu povo e é unanimidade entre os torcedores. Não à toa recebeu o apelido de Rei do Egito. Muçulmano, o atacante revelado pelo Al-Mokawloon, Salah já tem experiência pela Europa. Com passagens por Basel, Chelsea, Fiorentina e Roma, o “Faraó” chegou ao Liverpool no ano passado. E foi jogando por música que atingiu seu ápice e conquistou os torcedores da cidade que lançou os Beatles. Principal jogador dos Reds na temporada, Salah já marcou 44 gols em 51 jogos. Os Reds terminaram o campeonato inglês em quarto lugar e ainda disputam a final da Liga dos Campeões contra o Real Madrid. Na seleção, Salah tem 33 bolas na rede em 57 jogos.

O Egito não tem um time tão qualificado quanto o Uruguai, favorito para avançar em 1º no grupo A. Mas chega em um bom momento para a disputa do principal torneio de seleções do mundo, com seu principal jogador na melhor fase da carreira. A equipe egípcia não terá vida fácil no grupo, mas tem qualidade para avançar para as oitavas de final. O primeiro compromisso do Egito será no dia 15 de junho contra o Uruguai. Coincidência ou não, data do aniversário de Salah, que completa 26 anos. << Com apoio de informações/fonte: Agência do Rádio Mais/Texto: Raphael Costa >>

      Arábia Saudita: troca de técnicos e tem jogadores pouco experientes

Seleção saudita participa pela quinta vez da competição e alcançou seu melhor resultado em 1994, nos Estados Unidos === Vamos falar de uma seleção que provavelmente não vai chegar muito longe na Copa. A Arábia Saudita vem para a sua quinta participação em Mundiais, após se classificar em segundo lugar no grupo B das Eliminatórias Asiáticas. Fora da competição há duas edições, a seleção saudita busca superar o seu melhor desempenho no torneio mundial, que foi em 1994, quando foi eliminada pela Suécia nas oitavas de final. A Arábia Saudita está no grupo A da competição, ao lado de Egito, Rússia e Uruguai.

A seleção saudita se classificou para a Copa do Mundo da Rússia de 2018 após se classificar em segundo lugar no grupo B das Eliminatórias da Ásia. A equipe desbancou a Austrália, que ficou em terceiro lugar, e se classificou após vencer o Japão por 1 a 0, diante de sua torcida, na última rodada do torneio.

Depois da melhor campanha no Mundial de 1994, os sauditas disputaram outras três edições consecutivas: em 1998 na França, em 2002 no Japão e na Coréia do Sul, e em 2006 na Alemanha, mas foram eliminados na fase de grupos. A Arábia Saudita volta a disputar uma Copa após ficar fora da competição em 2010, na África do Sul, e em 2014, no Brasil.

A aposta da Arábia Saudita na Copa é o atacante Mohammad Al Sahlawi, que possui boa presença de área e costuma fazer seus gols quando as oportunidades aparecem. No entanto, sem nenhuma grande estrela e com jogadores pouco experientes em competições internacionais, a equipe entra na Copa sem grandes perspectivas, já que está em um nível muito abaixo de seus rivais de grupo, sendo uma surpresa a classificação para as oitavas de final. << Com apoio de informações/fonte: Agência do Rádio Mais – Texto:  Paulo Henrique Gomes >>


Resumo – Veja abaixo as reportagens publicadas:

  • 1ª reportagem: Rússia – https://bit.ly/2LjsmkP
  • 2ª reportagem: França – https://bit.ly/2xAsQky
  • 3ª reportagem: Marrocos – https://bit.ly/2xDpo8R
  • 4ª reportagem: Irã – https://bit.ly/2sEL5zs
  • 5ª reportagem: Espanha – https://bit.ly/2LXa1eC
  • 6ª reportagem: Portugal – https://bit.ly/2xEhJXJ

 

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