A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta 3ª feira (30jun2020), o reajuste anual tarifário da Enel Distribuição São Paulo, que entrará em vigor a partir do dia 04 de julho. O reajuste médio para consumidores residenciais foi de 3,5%, abaixo do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) dos últimos 12 meses. Para os clientes de média e alta tensão, como grandes comércios e indústrias, o percentual médio foi de 6%. Considerando toda a base de clientes da distribuidora, o reajuste anunciado é, em média, de 4,2%. Sem a utilização dos recursos da Conta-Covid, proposta pela Enel São Paulo e viabilizada pela agência reguladora, o reajuste médio teria ultrapassado os 12%.

Com os impactos da pandemia do coronavírus no setor elétrico, a elevação dos custos de compra da energia junto aos geradores, em especial Itaipu, e os aumentos nos custos de transmissão, o reajuste anual previsto nas tarifas da Enel São Paulo e de outras distribuidoras do país seria maior. Para dar liquidez financeira ao setor elétrico e aliviar os impactos do atual cenário nas contas de luz, a Aneel regulamentou a Conta-Covid, uma medida emergencial que resguarda os consumidores e toda a cadeia da indústria da energia elétrica envolvida na geração, transmissão e distribuição.

“Vamos utilizar de forma integral o montante da Conta-Covid permitido pelo regulador para a redução do reajuste tarifário. Com isso, vamos diluir na tarifa por um prazo maior, em vez dos usuais 12 meses, o pagamento da compra de energia e a variação cambial de Itaipu”, afirma Anna Pacheco, Diretora de Regulação da Enel Brasil. A moeda americana é utilizada para calcular o valor a ser pago pela compra da energia da usina e, com a forte valorização do dólar, os custos aumentaram, impactando as tarifas. Mesmo com a adoção da Conta-Covid, os fatores que mais influenciaram o reajuste da Enel São Paulo foram a compra de energia e custos de transmissão, aspectos que não são gerenciados pela empresa.

Entenda a formação da tarifa de energia ===  Considerando as novas tarifas, de cada R$ 100 reais cobrados nas faturas de energia, apenas R$ 17 ficam com a Enel São Paulo para a operação, expansão e manutenção da rede de energia elétrica. Isso porque a tarifa de energia é formada por outros itens, como o custo com a compra de energia, transmissão, tributos e encargos setoriais.

Entenda no gráfico abaixo a composição tarifária da Enel São Paulo com a adoção das novas tarifas e os percentuais de cada componente:

Investimentos ===  No primeiro trimestre deste ano, a Enel São Paulo investiu mais de R$ 200 milhões em sua área de concessão, principalmente na modernização e expansão da rede elétrica. Em abril, o indicador operacional DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) foi considerado o terceiro melhor do Brasil, com o índice de 5,50 horas, e o FEC (Frequência de Interrupção por Unidade Consumidora) o melhor do país, sendo 3,08 vezes.

Sobre a Enel Distribuição São Paulo === É uma empresa da multinacional de energia Enel. A companhia é a maior distribuidora do país em número de clientes e atende 7,2 milhões de unidades consumidoras em 24 municípios da região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital paulista, um dos principais centros econômico-financeiros do Brasil e do mundo. A estratégia de atuação da Enel é baseada no seu Plano de Sustentabilidade e nos compromissos assumidos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. << Com apoio de informações/fonte: Relações com a Mídia – Enel Distribuição São Paulo / Taís Barros >>


 

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