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terça-feira, 16 agosto, 2022
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Combate ao mosquito da dengue tem força-tarefa intensificada na pandemia

dengue
Tempo de Leitura: 3 minutos
combate

 

  •  Em dois dias, 16 mil agentes  da Saúde visitaram mais de 93.332 imóveis
  • Prefeitura tem barco e mais 30 novos carros para equipes de combate

Mesmo em meio à pandemia da Covid-19, as Unidades de Vigilância em Saúde (Uvis), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), seguiram o trabalho de mapeamento das áreas de maior risco de proliferação de mosquitos. Em parceria com as subprefeituras, as equipes realizam limpezas periódicas de bueiros e córregos, entre outras ações.

A Secretaria Municipal da Saúde intensificou, durante a semana, as ações de combate à dengue na cidade. A atividade é intensificada principalmente nas regiões onde se observa um maior número de casos. A iniciativa contou com o apoio de todos os 2 mil agentes de combate a endemias (ACEs) e 14 mil agentes comunitários de saúde (ACSs).

Foram visitados 93.332 imóveis, sendo 36.914 na 2ª feira (22/11) e 56.418 na 3ª feira (23/11). Em todos esses imóveis foram realizadas ações preventivas, com educação em saúde, identificação e eliminação de criadouros.

As atividades ocorrem no bairro de residência da pessoa diagnosticada com dengue, em até 24 horas, após o serviço de saúde notificar o caso para a vigilância local.

A partir da notificação de um caso, é desencadeada uma ação de eliminação de criadouros (casa a casa) e aplicação de nebulização nos quarteirões do local. Essa ação, rotineira e sistematizada, faz com que o município de São Paulo, juntamente com a rede articulada, possa agir rapidamente e manter os menores índices de casos do Estado.

A colaboração da população é importante para evitar água parada dentro de casa e exposição de objetos que podem contribuir para a proliferação de mosquitos.

Cansaço, febre e dores no corpo: dengue ou Covid?

Paralelamente, as equipes aproveitaram as visitas e fizeram uma busca ativa aos faltosos para a segunda dose contra a Covid-19, bem como um chamamento para doses de reforço.

A Divisão de Vigilância Epidemiológica (DVE) monitora as notificações de arboviroses e analisa os dados epidemiológicos.

Desde 2020, foram realizadas 2.295.882 ações de bloqueio de controle de criadouros do Aedes aegypti, 5.121.767 visitas de rotina casa a casa e mais de 70.350 ações em pontos estratégicos da cidade.

 

               Mais condições de combate ao mosquito

O município de São Paulo recebeu um aerobarco e 30 novos carros para as operações de combate ao mosquito da dengue e aos pernilongos.  O investimento da Prefeitura passou dos R$ 2,2 milhões.

De acordo com o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, essa é mais uma conquista da administração municipal para o combate à dengue na cidade de São Paulo. “Estamos com todas as equipes empenhadas para diminuir a incidência da doença na capital. É um trabalho que precisa ser feito o ano todo, para que tenhamos bons resultados principalmente durante o verão”, explicou o secretário.

Com esses novos equipamentos, a capital passa a contar com 79 veículos tipo picape, utilizados nas ações de nebulização e no auxílio de transporte de inseticidas e equipamentos. O aerobarco será utilizado dentro do rio Pinheiros para tratamento larvário contra o mosquito Culex, o popular pernilongo. Essas operações são organizadas rotineiramente pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), por meio da Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ) e das Unidades de Vigilância em Saúde (Uvis), da Prefeitura de São Paulo.

As 28 Uvis do município contam ainda com 200 nebulizadores para controle do mosquito da dengue em residências e 30 máquinas de nebulizações ultrabaixo volume (UBV) para o controle do Aedes aegypti e do Culex, já adultos. A cidade também dispõe de nove máquinas de UBV de médio porte também para o controle dos insetos já adultos.


ATENÇÃO – Entre no Portal de Atendimento 156 da Prefeitura para denúncias, pedidos ou orientações – clique aqui


<<Com apoio de informações/fonte: Secretaria Especial de Comunicação-Secom/PMSP>>

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