Todo ano, milhares de pessoas são traficadas e submetidas a condições desumanas de  serviço e impedidas de romper a relação com o empregador em áreas de desmatamento ilegal, carvoarias, fazendas de gado, soja, café e laranja, oficinas de costura, canteiros de obras, entre outras atividades. Não raro, são proibidas de se desligar do trabalho até concluírem a tarefa para a qual foram aliciadas, sob ameaças que vão de torturas psicológicas a espancamentos e assassinatos. De acordo com as Nações Unidas, há mais de 40 milhões de pessoas nessa situação no mundo, gerando um lucro anual de 150 bilhões de dólares.

O sistema brasileiro de combate à escravidão contemporânea completa 25 anos em 2020. Nesse período, mais de 54 mil pessoas foram resgatadas. Para explicar o que é esse fenômeno, sua história recente, como ele se insere no Brasil e no mundo, o que tem sido feito para erradicá-lo e por que tem sido tão difícil combatê-lo, o jornalista e cientista político Leonardo Sakamoto, considerado referência global no tema, organizou o livro Escravidão Contemporânea, que será lançado pela Editora Contexto,  no próximo dia 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, em São Paulo.

Os capítulos foram escritos por alguns dos principais especialistas estrangeiros e brasileiros. Entre eles, Kevin Bales, professor na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, considerado a maior referência mundial no tema, que mostra a relação entre escravidão e mudanças climáticas. Siobhán McGrath, professora na Universidade de Durham, que mostra como o crime é um negócio lucrativo em cadeias de produção globais. Ricardo Rezende Figueira, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, explica como a escravidão contemporânea sobreviveu à Lei Áurea.


Serviço

Escravidão Contemporânea


Clique aqui para ler o Sumário do livro com os titulos de cada capítulo e autor.  E mais o trecho inicial do livro.


Organizador: Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política pela USP. É conselheiro do Fundo das Nações Unidas para Formas Contemporâneas de Escravidão, desde 2014, e foi comissário da Liechtenstein Initiative – Comissão Global do Setor Financeiro contra a Escravidão Moderna e o Tráfico de Seres Humanos. Professor de Jornalismo na PUC-SP, foi pesquisador visitante do Departamento de Política da New School, em Nova York. É diretor da Repórter Brasil, organização voltada ao combate à escravidão, e colunista do portal UOL.


Editora Contexto: Idealizada pelo historiador Jaime Pinsky e especializada em ciências humanas, a Editora Contexto está presente há 33 anos no mercado editorial brasileiro, publicando obras voltadas para a universidade e para o público geral. Mais informações no portal www.editoracontexto.com.br.


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LimpaSP – estréia

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