da Redação DiárioZonaNorte ===

Dois assuntos antagônicos dominaram as 2 horas e meia da última reunião da Associação dos Amigos do Jardim São Paulo e Região/ZonaNorte, na 5ª feira (30/05/2019), no Salão de Eventos do Santuário de Nossa Senhora da Salette, no Jardim São Paulo/Santana (Zona Norte). Na presença de uma plateia com cerca de 80 pessoas, o primeiro tema demonstrou a falta de habilidade e “de palavra” do prefeito do PSDB que deveria “gerenciar” a cidade de São Paulo; e de outro lado, como a cidade com seus inúmeros problemas poderia ter soluções mais adequadas, racionais e inteligentes, principalmente abrindo mais diálogo com a população.

Quem comanda e as presenças === Sob o comando de Alba Stella de Mattos Medardoni, presidente da Associação dos Amigos do Mirante do Jardim São Paulo e Região-Zona Norte, trouxe à mesa o empresário e político Andrea Matarazzocom larga experiência em cargos públicos municipais, estaduais e federais (*); a advogada e ativista social Dra. Joana D´Arc Figueira; o ex-vereador e advogado Ushitaro Kamia (morador da Zona Norte); e o ativista social do Parque Edú Chaves e  dos Conselhos de Saúde da Zona Norte,  Nélson Ferreira Filho – o “Nelsinho”. Na plateia, a presença do Padre Marcos Almeida, Reitor do Santuário de Nossa Senhora de Salette – que não quis ir à mesa  –  junto aos moradores, empresários, comerciantes e líderes d entidades da região – e mais  as representações dos Conselhos Comunitários de Segurança-CONSEGs: Água Fria/Mandaqui/Tremembé (Simone Molnar), Vila Maria (Antonio Roberto “Beto” Freire), Jaçanã/Tremembé (David “Wiltone” Tavares ) e Bom Retiro (Saul Nahmias). E apoio do DiárioZonaNorte e  as presenças dos jornais A Gazeta da Zona Norte, São Paulo de Fato e ZN+Noticias.

Cracolândia”, não! === Logo no início, após o Boa Noite, Alba Medardoni já deu um aviso “hoje não temos boas notícias!” e, em seguida, já mencionou o problema da vinda de equipamentos da “Cracolândia” para o  terreno da Av. Cruzeiro do Sul com a Rua Porto Seguro, um assunto que já tinha outra solução com a palavra garantida do prefeito da cidade. “Cracolândia, não!”, praticamente berrou Alba à plateia, que retornou com um sonoro e alto “Não!”. <<Clique aqui e veja reportagem do DiárioZonaNorte: Prefeito não cumpre com a palavra. Volta a ameaça da Cracolândia na Zona Norte”>>.

Ela lembrou que a Zona Norte não tem representante que busque soluções aos problemas dos bairros e moradores – “Somos carentes de um vereador ou deputado que lute pelos nossos direitos, sem intenções eleitoreiras”. Alba também disse que precisamos aprender a votar pelo perfil autêntico do candidato e não por promessas ou vantagens. “O momento é agora até o ano que vem, quando haverá as eleições municipais”, disse Alba, que acrescentou que irá batalhar pelo “Voto Distrital” para que haja eleitos do lugar, do bairro, que convive no dia a dia com os moradores. E finalizou pedindo a todos que cobrem das autoridades os direitos dos moradores e que participem mas efetivamente das reuniões e audiências públicas – reclamando e pedidos providências.

O acordo que foi rompido === E foi dada a palavra à ativista social, Dra. Joana D´Arc Figueira, que mora na região da Ponte Pequena/Armênia há mais de 30 anos. Ela é a líder dos moradores, empresários e comerciantes daquela região que será tremendamente afetada com a “Cracolândia” em seu território – que tem à frente do terreno o Shopping D, Escola Federal São Paulo e o movimentadíssimo Terminal Rodoviário do Tietê. Com o apoio da Associação dos Amigos do Mirante e Região/ZonaNorte tenta impedir, mais uma vez, que o problema dos dependentes químicos não se alastre por toda a Zona Norte, principalmente os bairros mais próximos – como Carandiru, Santana, Parada Inglesa e Jardim São Paulo – que já enfrentam outros sérios problemas.

As irregularidades === Essa questão vem desde outubro do ano passado, com a mobilização dos moradores, dos empresários/comerciantes e da mídia, entre debates, reuniões e manifestações nas ruas. Quando tudo acertado e encaminhado dentro da Prefeitura através da Secretaria Especial de Relações Sociais – com a importante intervenção do então Secretário Milton Flávio M. Lautenschläger e da Secretaria Municipal Administração e Assistência Social (SMADS) foi rompido pelo prefeito da cidade, que autorizou máquinas, engenheiros e operários para o terreno. Não houve reuniões e nem audiência pública com os moradores e representante da região, nem antes (ano passado) e nem agora, que na semana retrasada teve início as obras no terreno – que inclusive estão irregulares por não ter havido licitação ou edital de convocação, não houve seleção da empresa responsável e não há placa obrigatória por lei com as informações do que está sendo realizado no local.

A surpresa sem informações === “Infelizmente, fomos pegos de sobressalto. Tudo que negociamos, com todos os nossos esforços, a Prefeitura simplesmente ignorou e todas as nossas cobranças”, atentou a ativista social Dra. Joana D´Arc. E relacionou o que está acontecendo no terreno que deveria servir a um outro equipamento social (UBS, posto de saúde, creche, asilo, etc) em comum acordo com os moradores. E não houve informações oficiais da Prefeitura de São Paulo e nem das Secretarias, o que possibilitou várias versões do que lá seria construído, desde uma UBS até uma base de apoio aos acolhidos da “Cracolândia”. E com a surpresa, “mobilizamos em todos os canais, inclusive contatos com a Ouvidoria, a Procuradoria e outros órgãos”, acrescentou Joana. E o DiárioZonaNorte fez várias cobranças na Prefeitura e Secretarias, e somente depois de dois dias dias,  na 5ª feira (27/05) uma hora antes da reunião, depois de muita insistência  recebeu uma nota da Secretaria Especial de Comunicação-SECOM: “a Prefeitura de São Paulo informa que as obras visam a construção de uma nova unidade de saúde. No local funcionará uma das oito unidades do Serviço Integrado de Acolhida terapêutica (SIAT), um novo equipamento da prefeitura para acolhimento e tratamento de dependentes químicos. Essas unidades estarão distribuídas por todas as regiões da cidade. Serão quatro unidades de SIAT II e outras quatro de SIAT III. Nesses locais, o dependente que já optou pelo tratamento e a não utilização de drogas será acolhido e receberá assistência para encaminhar sua recuperação”.

Muda, mas acaba sendo o mesmo === Segundo a ativista social, os serviços da “Cracolândia” passaram por diversos nomes e siglas (Redenção, Braços Abertos e Atende) agora inventaram mais um, esse “SIAT”.  “E nada mais é do que o anterior, o Atende, mas sem tendas e sem containeres”, acrescentou. Mas o esquema é o mesmo do atendimento (banho, refeição e dormir) e liberdade aos “dependentes nas ruas”. Joana convoca a população para reagir e gritar “parando o Viaduto do Chá e mostrar para o prefeito da cidade que ele tem que ter o mínimo de respeito, ele tem que dar satisfação para a população” e quebrou a palavra com os moradores. “Ele é um agente público” e não pode tomar decisões maiores que envolva muitos interesses da população. “Fomos enganados e desrespeitados, não podemos deixar em branco!”, concluiu.  E convocou a manifestação – com faixas, cartazes, apitos, bexigas etc – com muitos representantes e moradores da Ponte Pequena, Armênia e da Zona Norte, na 3ª feira (04 de junho), ao meio-dia, em concentração nas escadarias do Teatro Municipal, seguindo pelo Viaduto do Chá até em frente ao prédio da Prefeitura de São Paulo. E, no final do apelo para que as pessoas façam número na manifestação, lembrando que se deixar o prefeito vai aprontar mais, já que o ano que vem é o momento de eleições. “Vamos juntar o nosso pessoal. Vamos chamar a atenção do prefeito. Vamos mostrar que ele vive em outro planeta, que não é o nosso!”, fechou a fala.

O olhar crítico da cidade === E o microfone foi às mãos de Andrea Matarazzo, na mesa e que ficou em pé, abrindo com uma rápida apresentação. E lembrou de um problema quase semelhante também na Zona Norte com o terreno que está vindo a “Cracolândia”, mas na sua época – como Secretário das Subprefeituras, que englobava também Abastecimento – foi a ideia da descentralização do Mercado Municipal, o central da Cantareira, que estava com pouco espaço.  E o terreno escolhido era o da Zaki Narchi (onde hoje é o albergue) e foi uma revolução de protestos. Um jornal da região reclamava em manchetes semanalmente. Andrea percebeu se um jornal reclama não é por ele e sim pela população. E, segundo ele,  foi marcada uma reunião na Distrital Norte da Associação Comercial, que estava com o auditório superlotado. Deram tantos argumentos, que  Andréa não deixou continuar. “Mudei de ideia e cancelei o projeto”, disse. E ele acha que o poder público tem que ser o facilitador e não o criador de problemas, “precisa ouvir e estar ao lado da população”. E complementou;” São Paulo tem tido prefeitos que ao invés de resolver os problemas, cria mais problemas”.

Mais problemas nos bairros === Segundo Andréa Matarazzo, a cidade tem sido muito usada como “plataforma politica”. Ele considera que a cidade é mais para ponto de partida do que de chegada. E fez referências à São Paulo de dez anos atrás, com muitos serviços que foram realizados, e que hoje os problemas voltaram com as mesmas pessoas. Referiu-se que na gestão Serra-Kassab foram feitos mais de 3,2 mil quilômetros de recapeamento em uma cidade hoje de 17 mil quilômetros. A publicidade do governo leva o problema no todo, mas o morador de um bairro não vê os serviços acontecendo no local onde mora. O que precisa é o governo colocar a máquina para trabalhar e ter mais comunicação com os moradores no local. Há também as diferenças entre os problemas de uma subprefeitura com outra região. “Cada lugar tem que ter um atendimento de acordo com suas prioridades”, lembrou. E lembrou que não adianta contar os buracos da cidade (que estavam em 38 mil), mas sim resolvê-los. “Não precisa ficar anunciando os problemas, vai e resolve!”, disse. Ele lembrou que na época na Prefeitura tinha um orçamento de 13 milhões e hoje é de 52 milhões, mas “os problemas aumentaram, não ficaram parados”. Considerou também que falta planejamento e que muitos problemas que era da periferia, hoje estão no centro e nos bairros.

Uma cidade dos contrastes === Andréa Matarazzo ainda lembrou a questão da Saúde, citando uma UBS no Jardim Fontális, na Zona Norte, que tem um banheiro para 40 funcionários,  em cima de um ferro-velho e construída de madeira. “. Em pleno século de grandes evoluções, na maior cidade da América Latina, ainda encontramos esse tipo de problema. É um negócio surrealista ”, comentou. Ele considera que São Paulo está uma parte no Século 21 e outra parte no Século 19, como discutir modernidade, com prioridades no centro, se há 3 milhões de pessoas em favelas, maior parte dos moradores não tem saneamento básico com água e esgoto. “Falta discutir planejamento, prioridades e onde aplicar o dinheiro”, comenta. Ele lembra que no caso da Cracolândia, quando no governo mandou fazer várias blitzes, quase diariamente, e verificar se os bares, comércio e hotéis estavam legalizados. E onde estava irregular foi fechando. É o ponto de sustento do tráfico de drogas. “E o melhor fiscal da cidade é o cidadão”, que mandava avisos para a Prefeitura. Conhece uma região quem mora ou que trabalha no local. Ele ainda faz referências  aos recapeamentos de ruas, iluminação, segurança,  ações recentes sobre mobilidade (o Caso das Patinetes) e calçadas. << Andrea Matarazzo  cita a capa da Vejinha de 18/01/2008,  que fez uma especial sobre ele como “O Xerife da Cidade”>>.  E finaliza que a cidade de São Paulo tem solução, que precisa ser voltada para a população, com qualidade de vida, praticidade e funcionalidade. E não se pode olhar a cidade isoladamente e sim com os municípios que estão nos arredores, com negociar e ter acertos para os problemas – citou as enchentes. “A prioridade na cidade deve ser a população, que precisa ser ouvida”, encerrou.   <N.R.: clique aqui e assista integralmente os 28 minutos da fala de Andréa Matarazzo>>

As falas finais === Ma sequência, aconteceram as palavras do lider comunitário e  conselheiro de saúde, Nelson Ferreira Filho – o Nelsinho -, que comentou uma  audiência pública  sobre mobilidade urbana, realizada com três Subprefeituras da Zona Norte, que já veio com decisão tomada  e discutiu sobre ciclovias e ciclofaixas. E não acolheu as sugestões da população sobre mobilidade no geral. “As decisões não podem ser tomadas de cima para baixo, tem que ouvir a população com os comerciantes que sofrem com as ciclovias”, argumentou. E  lembrou  que é importante a união de todos os moradores, entidades e empresários/comerciantes para ter mais força e voz nos pedidos e decisões. E também buscando legítimos representantes em todos os poderes públicos. Depois, foi a vez do ex-vereador Ushitaro Kamia que fez uma retrospectiva da época do Secretário Andréa Matarazzo na governo municipal, que buscava resolver o problema mais urgente.  E também lembrou que “ é necessário a participação da sociedade” para agilizar os serviços da prefeitura. E falou da qualidade do ex-Secretário, que tem passagem por várias áreas da prefeitura. “E não colocar aventureiros para ser prefeito”, finalizou.

Outros casos na pauta === Alba Medardoni falou do Hospital do Mandaqui, que foi esquecido e está com muitos problemas, e que uma verba parlamentar da ex-senadora Marta Suplicy, de 7,8 milhões de reais, que não se sabe o que aconteceu. Ou quando o governador ou Secretário vai visitar o Hospital do Mandaqui, maqueiam tudo, tiram os pacientes das macas em corredores, escondem outros problemas para não ficar nada visível. E isso também acontece com o prefeito em suas visitas nos bairros ou nos equipamentos. Andréa Matarazzo lembrou que é chamado de “caminho de noiva”, tudo limpo e uma maravilha para esconder os problemas. Alba também chamou atenção para a Praça Margarida Gimenez (entre a Cruzeiro do Sul e Conselheiro Saraiva) que está sendo revitalizada pelo Condomínio K-1 (um prédio moderno de 33 andares) e que a Prefeitura de São Paulo não aceitou a disponibilidade de uma Base da Guarda Civil Municipal (GCM) para dar maior segurança ao local. Alba afirmou que a Associação dos Amigos do Mirante/Região Zona Norte fará um movimento favorável à instalação da base. << Clique aqui e saiba mais a revitalização da praça e do prédio K-1>>

Encerramento com a convocação do protesto ===  Houve ainda a participação da plateia com perguntas dirigidas a Andréa Matarazzo, mas quase todos os participantes defendendo e chamando a atenção para a maior participação da população nos assuntos do bairro e da cidade. Com os agradecimentos, Alba lembrou da manifestação na 3ª.feira (04/06/2019), ao meio dia, com a concentração nas escadarias do Teatro Municipal, seguindo depois em passeata pelo Viaduto do Chá até em frente ao prédio da Prefeitura. Chamou atenção de todos e da importância do ato, com faixas, cartazes (em cartolina mesmo com frases de repúdio à Cracolândia na ZonaNorte) e apitos. E a próxima reunião mensal da Associação dos Amigos do Mirante do Jardim São Paulo e Região/Zona Norte está marcada para o dia 27 de junho (sempre na última 5ª feira do mês), às 19h30, no mesmo Salão do Santuário de Nossa Senhora Salette.


(*) Quem é Andrea Matarazzo — Com seu nome completo Angelo Andréa Matarazzo, 63 anos, empresário, radialista e politico, vindo da tradicional família Matarazzo. Na sua trajetória de cargos públicos:

  • Vereador de São Paulo (2013-2017)
  • Secretário de Cultura (2010–2012)
  • Secretário de Coordenação das Subprefeituras de São Paulo (2007-2009)
  • Subprefeito da Sé (2005-2007)
  • Secretário Municipal de Serviços (2005/2006)
  • Embaixador do Brasil na Itália (2001/2002)
  • Ministro-chefe da Secr. de Comunicação de Gov.Pres. da República (1999/2001)
  • Secretário de Energia do Governo do Estado de São Paulo (1998)
  • Presidente da Companhia Energética de São Paulo – CESP (1995/1998)
  • Secretário de Política Industrial do Mini.da Ind.,Comércio e do Turismo (1992/1993)
  • Assessor especial do Ministério da Educação e Cultura (1991/1992)

Em 18/03/2016, Matarazzo deixou o PSDB, dois dias antes do 2º Turno das prévias para definir o candidato à Prefeito de São Paulo pelo partido.  Mas houve um racha com o candidato João Doria Jr., que venceu as eleições em primeiro turno. E em 30 de março de 2016 assinou a filiação com o PSD,  com a intenção de disputar a Prefeitura de São Paulo, mais desistiu da candidatura. < Clique aqui e leia mais sobre Andréa Matarazzo >>


(*) Representantes, empresários e lideranças da Zona Norte presentes na primeira reunião em 28/10 no Santuário Nossa Senhora de Salette, com a presença de representantes da Prefeitura de São Paulo: Policia Militar de São Paulo, Policia Civil, Guarda Civil Metropolitana, Shopping D, Instituto Federal/Escola Técnica Federal, Colégio da Policia Militar, Igreja das Almas, Terminal Rodoviário do Tietê / Socicam, Universidade Sant´Anna, Shopping Center Norte , Novotel LarCenter/ ExpoCenterNorte,  Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas (APCD), Cia. Metropolitano de São Paulo (Metrô), Campo de Marte, Ericsson, Colégio Luiza de Marilac, Parque da Juventude/Biblioteca de SP, Escola Técnica de São Paulo (Etec), Distrital Norte/Santana da Associação Comercial de São Paulo, Distrital Nordeste/Vila Maria  da Associação Comercial de São Paulo, Conselho Comunitário de Segurança-CONSEG da Vila Gustavo/Parada Inglesa/Tucuruvi, CONSEG-Vila Guilherme/Jardim São Paulo, CONSEG Água Fria/Mandaqui/Tremembé, CONSEG Vila Amália/Cachoeirinha/Imirim, CONSEG Jaçanã/Tremembé e  outras representações na região.


O QUE FAZ A ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO MIRANTE DO JARDIM SÃO PAULO E REGIÃO/ZONA NORTE === Há 19 anos, a professora-aposentada e ativista social ALBA STELLA DE MATTOS MEDARDONI fundou a entidade para levar um pouco de esperança e alegria aos mais carentes, principalmente as crianças e idosos. Essa entidade apartidária não recebe ajuda do poder público nem municipal, estadual e federal. Ela sobrevive com o apoio e ajuda de empresários e moradores com gestos de doações em épocas especiais – como Dia das Crianças, Páscoa, Natal e outras. Ao mesmo tempo, Alba se desdobra em ajuda pessoal e de eventos para angariar mais verbas. Dentre as entidades que são assistidas:  Abrigo Frederico Ozanan – Tremembé;  Abrigo Sol e Vida – Jardim São Paulo;  Almem – Jardim Brasil; Associação Nova Paris – Jardim das Pedras;  Casa da Criança ABI Santa Olimpia – Pq. Peruche;  CROP – Valéria Garcia;  Entidade Fita AzulSítio Barrocada;  Escola de Samba Passo de Ouro – Água Fria;  G.R.C.E.S. X-9 Paulistana – Jardim São Paulo;  Instituto Espaço & Vida – Santa Terezinha;  PIVI – Parque Mandaqui;  Projeto Fênix – Lauzane Paulista;  Residencial João Kumamoto – Sítio Barrocada; e Semear – Jardim São Paulo.


Eis alguns links  (clique em cima) das reportagens do DiárioZonaNorte:

(*)   Sem Cracolândia: Prefeitura estuda destino para o terreno da Avenida Cruzeiro do Sul – 23/04/2019 – https://bit.ly/2VQOE2g

(*)   Secretário Milton Flávio e Prefeitura confirmam “Cracolândia fora da Zona Norte” – 03/12/2018 – https://bit.ly/2Srxqah

(*)  “Prefeitura desiste da Cracolândia na Av. Cruzeiro do Sul”. Vitória dos moradores da Ponte Pequena/Armênia-Zona Norte. – 14/11/2018 – https://bit.ly/2FqGevs

 (*)   “O povo fala mais alto! Prefeitura de São Paulo recua na transferência da Cracolândia para a Zona Norte – 20/10/2018 – https://bit.ly/2PoeXxL

 E mais (clique em cima do titulo):


(*) Representantes da Comissão: Alba Medardoni (presidente da Associação Amigos do Mirante e Região/ZonaNorte), Dr. Cláudio Moreira do Nascimento (na época presidente da OAB-Subseção Santana), Joana D´Arc Figueira Cruz (advogada e ativista social na região Ponte Pequena/Armênia ), Luis Cláudio Matos de Lima Júnior ( engenheiro e diretor do Instituto Federal de São Paulo), Antonio Roberto Freire (diretor CONSEG V.Maria e líder comunitário Zona Norte), Nélson Ferreira Filho (líder comunitário Zona Norte e Conselheiro de Saúde/ZN) e o apoio do DiárioZonaNorte.


VEJA O ALBUM COM MAIS FOTOS DA REUNIÃO E DOS BASTIDORES

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