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A “black friday” tupiniquim abre a campanha para aquecer o comércio na Semana Brasil

Desenvolvida para aquecer as vendas durante a semana em que se comemora a Independência do país, a Semana Brasil 2020 começa na próxima 5ª feira (03set2020) e vai até o domingo (13set2020).

A ação reúne lojas de diferentes setores, como alimentação, eletrônicos e eletrodomésticos, que se propõem a oferecer descontos aos consumidores. De maneira espontânea, o evento deve ser acompanhado pelas pequenas e médias empresas do comércio em todo o país.

Articulada pela Secretaria de Comunicação (Secom) do governo federal em parceria com o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a campanha traz como lema  “Vamos em frente, com cuidado e confiança”.  A veiculação de anúncios publicitários para atrair a atenção dos consumidores começou nesta 2ª feira (31ago2020).

As vendas aumentaram

Segundo números levantados pela Ebit/Nielsen, o aumento em transações online durante o evento no ano passado foi de 41%, enquanto vendas no varejo presencial aumentaram 11,3%, de acordo com a Cielo.

“Estamos mobilizando todo o varejo para buscar as melhores formas de viabilizar as ações promocionais. Esta é uma ação totalmente suprapartidária, que trará benefícios para a economia do país como um todo”, afirma o conselheiro do IDV, Marcos Gouvêa de Souza.

“A Semana Brasil 2020 vai priorizar o pequeno e o médio comerciante. Ela vai se tornar o ponto de partida de um novo tempo para o comércio, de normalização da relação econômica entre pessoas e empresas. Fizemos uma pesquisa sobre a aceitação da campanha e ela foi enorme. A gente quis fazer uma campanha de duração de 10 dias para que não houvesse nenhuma aglomeração, em parceria com os comerciantes”, afirmou Fábio Wajngarten, secretário executivo do Ministério das Comunicações.

Mais oportunidades

Uma das regras de ouro do mundo dos negócios diz que as crises são grandes geradoras de oportunidades. Se a máxima vale para as empresas, que nessas ocasiões costumam se aventurar na busca por novos produtos e serviços, ela também se aplica no outro lado da moeda — os consumidores.

Não poderia haver momento mais favorável para a execução das leis informais que regem a economia. A pandemia do novo coronavírus foi o gatilho para a maior recessão global em décadas, quebrando empresas e destruindo empregos.

O mercado reage

Agora que o pior parece ter ficado para trás, o mercado começa a reagir. Com as vendas em queda durante todo o ano e praticamente em todos os ramos de atividade, as empresas farão de tudo para cativar os clientes.

Nesses momentos, elas usam o principal artifício disponível: as promoções. Desde julho, quando o comércio voltou a reabrir, e até o Natal o país conhecerá uma das maiores temporadas de liquidações de sua história. Isso é positivo para as companhias, mas ainda melhor para os consumidores.

O comércio recuperado

Nos mesmos moldes da Black Friday, a mais tradicional data de compras dos Estados Unidos, ele poderá representar um marco para a recuperação do comércio.   “A importância do evento para as empresas será gigantesca”, diz Marcelo Silva, presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). “É uma oportunidade para estimular a retomada e a geração de empregos.”

De fato, muitas companhias já começaram a delinear as suas ofertas. A agência de viagens Agaxtur é uma delas.  A agência de viagens Agaxtur é uma delas. “Teremos cinquenta produtos com descontos de 30% a 50%”, diz Aldo Leone Filho, presidente da empresa.

A Visa, uma das principais bandeiras de cartões do mundo, acertou com seus parceiros a redução de até 70% nos preços de eletroeletrônicos, itens de vestuário e até cursos on-line. O grupo Aliansce Sonae, maior administrador de shoppings do país, diz que os 7 mil lojistas associados darão descontos que também poderão chegar a 70%.

As empresas estão animadas

Os empresários apostam em dois fatores principais para justificar o ânimo. Em primeiro lugar, eles se apoiam nos dados da edição 2019 da Semana Brasil. No ano passado, as vendas totais do varejo aceleraram 12%, enquanto as transações no e-commerce dispararam 41%, segundo informações da consultoria Ebit/Nielsen.

O segundo motivo é a demanda reprimida pela pandemia. “Esperamos uma alta entre 10% e 15% dos negócios, o que já é bastante satisfatório”, diz Alfredo Cotait, presidente da Associação Comercial de São Paulo. Seja como for, para muitos consumidores esta é a melhor hora para ir às compras.

Coordenada pelo IDV, a Semana Brasil tem o apoio de diversas entidades e unirá todos os setores econômicos e concorrentes, levando vantagens reais aos consumidores para estimular o consumo.

Todo o varejo se uniu, por meio de suas entidades, para realizar o evento deste ano, amplificando o seu alcance e dando condições para que pequenas e médias empresas também possam se engajar e tirar proveito desta retomada.

A comunicação da campanha foi criada pela Agência Pullse, e também serão passadas aos consumidores todas as orientações para que não ocasionem aglomerações.

Associados do IDV == AleSat, Avon, B2W, Bio Ritmo, Bob´s, C&C, Cacau Show, Caedu, Calvin Klein, Carrefour, Cencosud, Centauro, CSD, Cia Hering, Cybelar, Dafiti, Dia, Decathlon, DPaschoal, DPSP, Estée Lauder, Ferreira Costa, GPA, Gouvea ecosystem, Grupo BIG, Grupo Boticário, Grupo Trigo,  Habib´s, Inbrands, Itapuã Calçados, Kalunga, Leo Madeiras, Leroy Merlin, Livraria Cultura, Lojas Americanas, Lojas Avenida, Lojas Bemol, Lojas Cem, Lojas Leader, Lojas Pompéia, Lojas Renner, Magazine Luiza, Marisa, Marisol, McDonald´s,  Movida, Mundo do Cabeleireiro, Netshoes, Novo Mundo, Óticas Carol, Pague Menos, Pandora, PanVel Farmácias, Pernambucanas, Petz, Polishop, Quero-Quero, Ráscal, RD, Reserva, Ri Happy, Riachuelo, Roldão, Saraiva, Sephora, Telhanorte, Tok&Stok, Via Varejo, Via Veneto,  Vivara e Zara. <<Com apoio de informações/fonte: Empresa Brasil de Comunicação-EBC/Agência Brasil e Assessoria de Imprensa/IDV >>


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